Contratados desde a faculdade - Emprego garantido antes da formatura

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Crescimento econômico amplia procura de mão-de-obra e garante emprego antes da formatura

MARCO PINTO/AG. ISTOÉ
TALENTOS Rafael Kirsten, do mercado financeiro, Débora Noronha, engenheira, e Yuri Clements, do agronegócio: emprego antes de ter o canudo na mão

Há uma revolução em curso no País: a mão-de-obra especializada, recém- formada e capacitada por uma universidade competente nunca foi tão requisitada pelo mercado de trabalho. Esse exemplo de movimentação histórica é perceptível no maior pólo formador de engenheiros, a Escola Politécnica (Poli) da Universidade de São Paulo (USP). Lá, o vice-diretor da instituição, José Roberto Cardoso, conta que quase a totalidade dos alunos que se formaram no ano passado tinha propostas de trabalho ou já estava empregada - e os poucos que ainda não estão no mercado levarão um ou dois meses para ingressar nele.

É um salto tremendo, uma vez que até três anos atrás esse número era de 70% (e a colocação do restante demorava seis meses). “Eu mal recebi o diploma e nem peguei o CREA (certificado de registro do engenheiro) e já fui contratado”, conta o engenheiro civil paulista Ruy de Sordi, graduado no ano passado em outro centro de excelência na formação de engenheiros, a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Como reflexo de uma economia que não pára de produzir bons resultados - como o crescimento acima da média histórica, a inflação controlada e reservas internacionais suficientes, pela primeira vez, para quitar a dívida externa -, alguns setores pegaram carona nesse eldorado de oportunidades e crescem a galope. Em algumas áreas, como engenharia civil, agronegócio, tecnologia da informação e mercado financeiro, não há gente capacitada para atender à demanda. Por isso, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 90 mil vagas formais não foram preenchidas no ano passado, apesar de nove milhões de brasileiros estarem em busca de emprego.

Outro estudo, patrocinado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e que ouviu 1.714 empresas em 22 Estados, apontou que mais da metade delas (cerca de 53%) tem problemas com a falta de mão-de-obra qualificada. “No primeiro trimestre de 2005, 7,9% das empresas disseram que a falta de trabalhador preparado era um dos principais problemas enfrentados por elas. No último trimestre do ano passado, 20% deram essa resposta”, afirma Renato da Fonseca, gerente-executivo da unidade de pesquisa, avaliação e desenvolvimento da CNI.

OBRA Ruy de Sordi: recém-formado com salário de R$ 3 mil

O caso da engenharia civil é emblemático. Desde 1980, quando o Banco Nacional da Habitação (BNH) estava a plena carga, a construção não atingia índices de crescimento tão fulgurantes como os atuais (estima-se em 10% o crescimento para este ano). Como conseqüência desse desempenho turbinado pela facilidade de crédito imobiliário, engenheiro civil é um profissional raro no mercado. O headhunter Luiz Werver, diretor-sócio da Ray & Berndtson, uma das cinco maiores empresas de consultoria e capital humano do mundo, conta que todo dia recebe pelo menos uma ligação de empresa procurando engenheiro civil.

“Como é difícil achar engenheiro de 30 e poucos anos, experiente, para colocar no mercado, as empresas estão se reinventando. Elas contratam gente nova, talentosa e treina”, diz ele. A CNI avaliou essa movimentação em sua pesquisa: 84% das empresas industriais afirmaram investir em programas de capacitação. Com 22 anos, o engenheiro Ruy de Sordy, que trabalha na construção de pistas de provas e pavimentos especiais, frisa: “Engenheiro civil encontra oportunidade na área que quiser e em qualquer lugar do Brasil.”

Sordy tinha duas propostas de trabalho antes de se formar. Recusou, inclusive, um convite para um processo seletivo da gigante Odebrecht, para seguir na Construtora Estrutural, onde fez estágio por três meses no final do ano passado, e hoje, efetivado, tem salário de R$ 3 mil - três vezes maior do que na época do estágio. “Não conheço nenhum amigo que queira trabalhar e não esteja trabalhando”, diz Sordy.

Engenheiro de produto júnior da GM, Rafael Camin, 24 anos, confirma o cenário cada vez mais visível no País: diploma é sinônimo de proposta de emprego. “Das 25 pessoas que se formaram comigo, todas foram parar no mercado assim que concluíram a faculdade”, conta ele, que terminou o curso em 2006 e, somente no último ano da faculdade, recebeu 15 convites para participar de processos seletivos e cinco propostas efetivas de trabalho. Camin, hoje, faz pós-graduação em mecatrônica na Poli - recebe R$ 400 da GM para fazer esta especialização - e vive tranqüilo com um salário de R$ 3 mil. “A demanda fez o salário médio do engenheiro saltar de R$ 1,2 mil, dois anos atrás, para os atuais R$ 4,5 mil”, reforça Cardoso, o vice-diretor da Poli.

RH Andrea, da Plascar: 58 estagiários

Diferentemente da engenharia civil, que nos anos 80 e 90 viveu sua “fase perdida”, com engenheiros desempregados, o setor de tecnologia da informação (TI) emprega toda a mão-deobra recém-formada há 20 anos. Enquanto o engenheiro civil daquela época emendava um curso atrás do outro após a graduação, já que não encontrava emprego, ou, em atitude extrema, não concluía a faculdade propositalmente para continuar no mercado como estagiário (o único cargo pr disponível no setor), os profissionais da computação já nadavam de braçada na bonança da profissão.

Tanto que, para tentar atender o mercado, que hoje cresce aproximadamente 15% ao ano, o número de cursos de computação passou de 300 em 1996 para 1,5 mil, no ano passado. “O curso de tecnologia da informação é pouco sexy, passa a imagem de ser um negócio de nerd. Mas está perdendo oportunidade quem não opta por ele. Não existe desemprego no nosso setor. É cursar a faculdade e sair para trabalhar”, diz Benjamin Quadros, presidente da BRQ, empresa campeã do ranking de Tecnologia-Software e Serviços de As Melhores da Dinheiro.

Hoje, um milhão de pessoas estão empregadas em TI no Brasil. A relação candidato por vaga no setor é de um para um, de acordo com Mário Fagundes, coordenador de pesquisas do grupo Catho, o maior portal de recursos humanos da América Latina. “Até 2010, haverá a necessidade de 100 mil novos profissionais para dar conta do setor”, diz Fagundes. Ele completa o quadro: “Com a falta de capital humano, a alternativa das empresas é baixar a qualificação.”

Jovens talentos recém-graduados em uma faculdade renomada de TI são disputados e conseguem emprego até mesmo em grandes pólos da profissão, como o Vale do Silício, na Califórnia (EUA), ou a China, que patrocina feiras ao redor do mundo para atrair profissionais. O paulista Samuel Goto, 25 anos, formou-se em engenharia da computação na Unicamp, em 2006. Naquele ano, ganhou US$ 5 mil em um concurso de projetos de software livre na multinacional Google. Com a premiação, conseguiu um estágio de três meses nos Estados Unidos e, ao final, recebeu uma proposta, no início do ano passado, de efetivação na matriz da Google, em Mountainville.

Goto optou por retornar ao Brasil para casar e fazer mestrado na Unicamp - que ainda cursa. Negociou, porém, sua contratação para o início deste ano. A Google topou e hoje o paulista é engenheiro de software do Orkut, site de relacionamento mundialmente famoso. É ele o autor de inúmeras inovações no site, como, por exemplo, a possibilidade de responder ao scrap na própria página de recados. “Profissionalmente, não tem lugar melhor para eu trabalhar, já que o desafio é grande. Eu trabalho com tecnologia de ponta, ao lado de pessoas que escreveram livros excepcionais que eu lia na faculdade”, comemora Goto, que, por contrato, não pode revelar o salário.

Diferentemente do cenário atual, o País, durante décadas, teve um ritmo de desenvolvimento lento e os governantes subestimaram a necessidade de investimento na formação especializada. Hoje, atrair cada vez mais gente para aprender e adquirir competência e certificação em tecnologia, a começar pelo incentivo no ensino médio, é o horizonte que se desenha ante essa carência de mão-de-obra qualificada. É a forma de, no futuro, aumentar a chance de o País exportar mais tecnologia e menos gente de tecnologia.

ENGENHARIA CIVIL
É uma das áreas mais promissoras do momento. Na turma que concluiu o curso no ano passado na Unicamp, por exemplo, 90% dos recém-formados estão no mercado de trabalho. E este número tende a crescer. Segundo cálculo do vice-diretor da Poli (USP), José Roberto Cardoso, cada US$ 1 milhão investido pelo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) implica a criação de uma vaga de engenheiro. Se o governo federal repassar os R$ 500 bilhões (cerca de US$ 294 bilhões) por meio do programa até 2010 como foi prometido, em quatro anos serão necessários mais 294 mil novos profissionais. O Brasil forma, hoje, 26 mil engenheiros por ano. Aproximadamente 30% são civis. É pouco se pensarmos que a Coréia do Sul e o Japão formam 80 mil cada um e a Índia, 150 mil todo ano. “Precisávamos formar pelo menos três vezes mais” diz Cardoso. A jovem engenheira civil Débora Noronha, formada na Unicamp, começou como estagiária na Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL) antes de se formar. Hoje, trabalha na Átria Engenharia, que constrói prédios comerciais e obras residenciais, com salário de R$ 1,5 mil. Segundo Cardoso, da Poli, o crescimento da construção civil no País deve muito a países asiáticos, como a China, que se tornaram fortes importadores de ferro, cimento e vergalhão. No mercado interno, o professor e coordenador do curso de engenharia civil da USP, Mario Senatore, aposta nas grandes obras do PAC. Para tanto, porém, é preciso de mais mão-de-obra capacitada. O Brasil tem 2,48 engenheiros por mil habitantes, número muito inferior ao dos países desenvolvidos.

MERCADO FINANCEIRO
A estabilidade da economia n ão restringiu o mercado de trabalho do setor financeiro. Pelo contrário. Hoje, há uma forte demanda por profissionais nas áreas de banco de investimentos, corretoras de capitais, seguradoras e previdência privada. “O mercado está crescendo de uma forma que não se via há anos”, diz Ricardo José de Almeida, professor de finanças da Faculdade de Economia e Administração (FEA), da USP. “Na sala de aula vejo todo mundo com estágio e já nas melhores empresas.” Com este céu de brigadeiro, no ano passado, o jovem economista Rafael Passos Kirsten se deu ao luxo de preterir quatro processos de seleção em empresas como Santander e Unibanco pelo estágio que fazia na Victoire, uma empresa de administração de recursos de terceiros. Na época, aluno do curso de economia com foco em mercado financeiro do Ibmec São Paulo, o paulista de 22 anos recebia R$ 600 mensais. Agora, já formado, foi efetivado com um salário de R$ 3 mil. Centro de referência nas áreas de negócios e economia, o Ibmec São Paulo registrou, no ano passado, um aumento de 60% no número de empresas do setor financeiro que tentam garimpar na instituição um jovem talento. Pesquisa do Ibmec verificou que 83% dos formandos em 2006 declararam não ter encontrado dificuldade para entrar no mercado de trabalho - um aumento de 21% em relação aos graduados em 2004. Esse mesmo levantamento revelou que, em 62% dos casos, os ex-alunos que estão empregados recebem em média um salário entre R$ 2 mil e R$ 4 mil.

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
Desemprego é uma palavra que não existe na área de tecnologia da informação. A relação candidato por vaga no País é de um para um, ou seja, emprego garantido. A agressividade das empresas de TI é tanta na hora de buscar um jovem talento que, desde o ano passado, a gigante IBM firma parcerias com escolas do ensino médio para incluir em seus currículos disciplinas que cubram as necessidades de mão-de-obra especializada. A IBM ajuda a treinar os alunos de Estados como Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, e dá a eles oportunidade de contratação. É uma das saídas para reverter um quadro crítico: um déficit de 17 mil profissionais nessa área no Brasil - em 2010, esse número deverá chegar aos 100 mil -, segundo um levantamento da consultoria IDC (International Data Corporation). “O Brasil terá déficit de mão-de-obra durante os próximos dez, 15 anos”, prevê Deli Matsuo, diretor de recursos humanos da Google para a América Latina. A paulista Júlia Martins Perdigueiro, 24 anos, pesquisou as oportunidades do mercado antes de optar pelo curso de engenharia da computação na Unicamp. Formada no ano passado, ela trabalha como engenheira de softwares júnior do Instituto de Pesquisas Eldorado, referência em soluções tecnológicas inovadoras na área de TI. Júlia começou como estagiária no quarto ano da faculdade recebendo R$ 400. Em pouco mais de um ano, passou a ganhar R$ 3 mil por mês. “Não me vejo desempregada nos próximos anos. O mercado está bom, com muita oferta de emprego”, diz Júlia.

AGRONEGÓCIO
O campo de expansão no setor de agronegócio é enorme. Há 90 milhões de hectares de terras no País que podem ser utilizados para a produção agrícola - hoje, 220 milhões já são explorados. “Não tem país no mundo que se compare ao Brasil em agronegócio e possibilidade de expansão”, diz o coordenador do curso de gestão do agronegócio da Universidade Federal de Viçosa, Aziz Galvão da Silva Jr. O caminho do sucesso não é apenas produzir cada vez mais. Saber comprar e vender é fundamental e aí entra o profissional de agronegócio para fazer a diferença nessa cadeia. Na área de hortifrutigranjeiros, por exemplo, especialistas estimam que 30% do que se produz se perde entre a produção e o supermercado. É aí que entra o trabalho de planejamento logístico de profissionais como Yuri Clements, funcionário da PricewaterhouseCoopers, a maior empresa de consultoria de agronegócio do mundo. Ex-aluno da Universidade de Viçosa, Clements tinha sete propostas de trabalho antes de se formar. Aos 23 anos, hoje ele ocupa o cargo de consultor assistente de agribusiness da Price - e já recusou quatro outras possibilidades de emprego. Por um salário de R$ 1,4 mil, uma de suas funções é garimpar oportunidades de projetos no setor de carne, cana-de-açúcar e soja. Hoje, existem aproximadamente 100 cursos de gestor de agronegócio no País. Mesmo assim, há uma demanda grande de profissionais por conta do etanol e biodiesel. “Necessita-se de gente capacitada para coordenar a cadeia: quem vai fornecer o produto, fazer os contratos de compra e venda, cuidar dos preços”, explica Aziz Galvão.

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Via: Isto é


Nestlé abre 15 vagas de estágio em São Paulo

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A bolsa auxílio é de R$ 975,00 para 30 horas e R$ 1.300,00 para 40 horas. Os candidatos devem estar cursando o penúltimo ano de 11 cursos.
A Nestlé está com inscrições abertas para 15 vagas de estágio. A bolsa auxílio é de R$ 975,00 para 30 horas e R$ 1.300,00 para 40 horas.
Os candidatos devem estar cursando o penúltimo ano dos seguintes cursos: administração de empresas, análise de sistemas, ciência da computação, engenharia (alimentos, da computação, de produção, elétrica, materiais e mecânica), processamento de dados e sistemas de informação. Além disso, devem ter inglês avançado, bons conhecimentos em Pacote Office, disponibilidade de 30 a 40 horas semanais para a realização do estágio.

O estágio é para as áreas de vendas, logística, tecnologia da informação, compras e produção em São Paulo.

Além da bolsa auxílio, a empresa oferece benefícios como 90% do curso de inglês ou espanhol, estacionamento local, seguro de vida, vale refeição de R$ 13,00/dia, férias remuneradas de 20 dias após 1 ano de estágio.

O processo de seleção inclui inscrição e teste online de inglês, análise qualitativa e quantitativa da ficha de inscrição, dinâmica de grupo, entrevista oral de inglês e
entrevista com gestor.

As inscrições devem ser feitas pelo site da Cia de Talentos. Em caso de dúvida, o candidato deve entrar em contato com a Cia de Talentos através do telefone: (11) 5112-3294 ou através do e-mail: talentos8@ciadetalentos.com.br.

Nestlé inscreve para estágio até dia 14 de março

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Em busca de novos talentos para ocupar futuras posições na organização, a Nestlé abriu vagas para estágio. O Programa de Estágio tem como objetivo proporcionar ao estudante a vivência de situações reais do mundo corporativo e promover o intercâmbio de informações com as Instituições de Ensino, além de identificar, atrair e reter jovens para futuras posições na Companhia.

Os candidatos a estágio devem cursar Administração de Empresas, Biologia, Bioquímica, Ciências Atuarias, Ciências Biomédicas, Ciências da Computação, Ciências Contábeis, Comércio Exterior, Comunicação Social, Direito, Economia, Engenharias, Gastronomia, Hotelaria, Processamento de Dados, Propaganda e Marketing, Psicologia, Publicidade, Relações Internacionais, Sistema de Informações e Tecnologia de Informação, com previsão de formação entre julho de 2009 e julho de 2010. Os candidatos precisam também ter inglês, no mínimo intermediário, e disponibilidade para estagiar de 30 a 40 horas semanais.

A empresa oferece bolsa auxílio e benefícios como vale refeição, seguro de vida, desconto nos produtos Nestlé, 13º salário, férias remuneradas de 20 dias após um ano de estágio, academia local e estacionamento. O local de estágio será na sede da empresa em São Paulo, capital, e a duração do contrato é de um a dois anos.

Serviço:
Os interessados devem se inscrever no site da empresa (www.nestle.com.br) até o dia 14 de março. A previsão de início é em maio de 2008.

Estágio no Inpa

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O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) abriu inscrições para o estágio curricular do Programa Institucional de Estágio em Ciência e Tecnologia.

Para participar, o estudante deve estar matriculado em alguma das instituições de ensino que tenham convênio com o Inpa, cursando a partir do 2º período, para o nível superior, e a partir do 2º ano, para o nível médio.

Segundo o Inpa, os candidatos devem estar regularmente matriculados em uma escola ou universidade, apresentar excelente rendimento acadêmico, não ter mais que duas reprovações no mesmo período, nem reprovações em disciplinas afins com as atividades do projeto/plano de trabalho em que vai estar inserido e três reprovações ao longo do curso.

Além disso, não podem pertencer ao círculo familiar do orientador ou responsável, nem ter concluído outro curso de graduação. Também não podem ter vínculo empregatício ou qualquer outra modalidade de bolsa da instituição. É necessária a dedicação integral às atividades acadêmicas e administrativas, totalizando um período mínimo de dedicação ao projeto de 20 horas semanais.

O objetivo do programa do Inpa é qualificar os estudante nas técnicas e métodos gerenciais, estimular os gestores produtivos a orientar estudantes de graduação e de nível médio, iniciando-os na produção do conhecimento, além de aprimorar o processo de formação de profissionais para o setor produtivo.

Podem candidatar-se alunos dos cursos de administração, direito, biblioteconomia, contabilidade, comunicação social, computação e correlatos.

O prazo para a inscrição termina no dia 20 de fevereiro. Os interessados devem comparecer na sala da pós-graduação do instituto, levando ficha de inscrição e entrevista; CPF e RG; boletim, para os estudantes do ensino médio, e o último histórico, para os estudantes de graduação; comprovante de matrícula, duas fotos 3×4, currículo e comprovante de residência.

A avaliação da documentação é feita por um comitê assessor do órgão. O resultado da seleção será divulgado na segunda quinzena de março. A relação nominal será fixada na Divisão de Apoio à Capacitação e Intercâmbio e no site do instituto.

Mais informações: www.inpa.gov.br

Fonte: http://www.agencia.fapesp.br/boletim_dentro.php?id=8422

Faltam oportunidades de estágio

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Pesquisa da Associação Brasileira de Estágios revela déficit de vagasUm levantamento feito pela Abres (Associação Brasileira de Estágios) revela que a oferta de vagas de estágio, hoje, no Brasil, deveria ser quatro vezes maior para atender a demanda de estudantes.

Só no Estado de São Paulo existem quatro milhões de jovens entre 16 e 24 anos. Aproximadamente 750 mil deles poderiam ingressar no mercado de trabalho fazendo estágio, mas a oferta de vagas é de apenas 201 mil postos por ano. “Muitas empresas não se sentem à vontade para buscar o jovem e treiná-lo. Precisaríamos ter pelo menos umas quatro ou cinco vezes mais vagas de estágio para atender toda a demanda”, afirma Carlos Henrique Mencaci, diretor da Abres.

Os cursos que mais oferecem estágios são: Administração de empresas, Comunicação Social, Engenharia e Ciência da Computação. No entanto, a falta de estágios afetam todas as áreas do conhecimento. Vale lembrar que, como estímulo, as empresas que contratam estagiários não pagam encargos trabalhistas como INSS e FGTS.

Fonte: Universia

Estágio na Deloitte tem 500 vagas

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A empresa de consultoria e auditoria Deloitte está recebendo inscrições para seu Programa Novos Talentos.

No ano passado 500 estudantes foram contratos e este ano a empresa deve manter esse número.

Há vagas para universitários ou recém-formados em Análise de Sistemas e Ciência da Computação, entre outras carreiras. Os aprovados poderão trabalhar nos escritórios de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador e Recife.

Para participar, o interessado deve se entrar no site www.deloitte.com.br, clicar em Carreira e escolher a opção recém-formados/estudantes.

Fonte: INFO Online

Prefeitura de Hortolândia abre 70 vagas de estágio

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A Prefeitura de Hortolândia realizou nesta quarta-feira, dia 20, processo seletivo para 70 vagas de estagiários. As vagas são para estudantes do ensino médio; ensino técnico (secretariado, informática e administração); e ensino superior (pedagogia, administração, educação física, sistemas de informação, marketing e ciências contábeis). Participaram do processo seletivo 270 estudantes acima de 16 anos. Os estudantes selecionados irão trabalhar nas escolas municipais. O processo seletivo foi realizado pelas secretarias de Educação e Administração.

O estágio tem início em março, por um período de um ano. A bolsa-auxílio é de R$ 200,00 (ensino médio), R$ 350,00 (técnico) e R$ 400,00 (superior).

De acordo com a secretária de Educação, Jacyra Aparecida Santos de Souza, o estágio é importante porque abre oportunidade de trabalho aos jovens que estão iniciando a carreira profissional, além do incentivo financeiro que é oferecido com a bolsa-auxílio, que ajuda na renda familiar dos estudantes.