Postado em: Candidatos, Saiu na mídia por O Editor

Alice Valério Klier Monteiro - PUC Campinas
Carlos Gianoni - ISCA Faculdades
Danielle Hernandes Guimarães - PUC Campinas
Fábio Gianfratti Lorena da Rocha - ISCA Faculdades
Flavia Dariane Rodrigues Cirino - Faculdade Anhanguera - Limera
Irene Priscila Lopes de Oliveira - FIEL
Ivan Costa - ISCA Faculdades
Leandro Ciarrocchi Laruccia - Faculdade Anhanguera - Limera
Leandro Santos da Silva - Faculdade Anhanguera - Limera
Tales Victor Calegari - FCA/UNICAMP
Breve divulgaremos a 1ª PROVA que selecionará os candidatos para a próxima fase.
Governo de SP oferece vagas para estagiário em todo o Estado
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Inscrições terminam no dia 7 e contemplam ensinos técnico e universitário
O governo do Estado vai disponibilizar, por meio de processo seletivo, 12.249 vagas para estagiários regularmente matriculados em cursos técnico de nível médio e universitário.
O prazo para inscrição termina no dia 7 de abril. As inscrições deverão ser feitas exclusivamente por meio eletrônico, no site da Fundap (Fundação do Desenvolvimento Administrativo). O endereço é o seguinte: www.fundap.sp.gov.br.
A taxa é de R$ 15 e quem fizer a inscrição poderá imprimir o boleto e pagar no banco. Para os aprovados o Estado vai oferecer bolsa mensal que varia entre R$ 300 e R$ 1 mil, dependendo da carga horária e do nível de escolaridade do candidato.
O estágio terá duração de um ano, em órgãos e entidades da administração pública estadual direta, indireta e fundacional.
As provas serão realizadas em todas as cidades-sedes do do Estado (inclusive Bauru) e em municípios nos quais houver maior demanda.
Os dias, locais e horários das provas serão divulgados previamente por meio do site da Fundap.
Vantagem
Os aprovados começarão a ser chamados em abril. Além do incentivo econômico ao aluno, o governador José Serra aponta outra vantagem. “A contratação valerá por um ano e, com isso, o estagiário poderá pôr em prática aquilo que aprende em sala de aula”, disse.
Via: http://www.bomdiabauru.com.br/index.asp?jbd=3&id=241&mat=122285
Ainda faltam estágios no Brasil
Postado em: Estágio, Mercado, Saiu na mídia por Editor
Crescem vagas e efetivações, mas é grande o déficit de oportunidades
| Se por um lado o mercado está saturado, também há áreas em que ele está altamente favorável. É o caso da Engenharia. Segundo o diretor do Departamento de Recolocação Profissional do Sintracon-SP (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil de São Paulo), Antonio de Souza Ramalho Junior, a área está carente de profissionais formados, o que reflete diretamente no setor de estágios.
“É necessário um engenheiro formado para passar a experiência para o estagiário. Com a falta de profissionais formados as empresas também não conseguem empregar estudantes”, diz. Isso resulta num número razoável de vagas não preenchidas. Reflexo desta tendência de mercado foi sentido pela Unisanta (Universidade Santa Cecília), em São Paulo. De acordo com informações da Central de Estágios da instituição, até o final de novembro passado, o número de solicitações de empresas da Capital, Região do ABCD e Baixada Santista a procura de recém-formados e alunos dos últimos anos das diversas áreas de Engenharia (civil, elétrica, eletrônica, de computação, mecânica e química) aumentou em 40% em relação ao ano de 2006. Esse “apagão” de engenheiros, na opinião do diretor do Sintracon-SP, resulta da pouca quantidade de estudantes que termina o curso, por não agüentar o longo tempo de duração (cinco anos) e a pesada jornada de estudos. “Um estudante de engenharia precisa de mais anos para se formar, o que pode gerar um maior índice de desistência. Além disso, nos primeiros anos do curso, os estudantes de engenharia passam praticamente o dia todo na sala de aula”, afirma Ramalho Junior. Para ele, o ideal seria que os estudantes, além de assistirem às aulas, mantivessem contato com sindicatos de engenheiros para que eles pudessem ter a vivência do dia-a-dia da profissão e dos problemas legais que podem enfrentar. Entretanto, a grade curricular do curso de Engenharia não permite que os alunos tenham essa vivência prática da profissão. “Defendo uma mudança na carga horária do curso, mesclando atividades teóricas e práticas. A parte prática, porém, não deveria se restringir aos laboratórios, como é o que acontece nas universidades. Os alunos devem chegar ao canteiro de obras”, declara Ramalho Junior. |
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Pesquisas realizadas por entidades brasileiras ligadas à inserção do estudante no mercado de trabalho revelam que apesar do crescimento no número de vagas de estágio e das efetivações de estudantes, ainda faltam oportunidades para acolher os jovens aptos a trabalhar no Brasil. Com isso, a experiência do primeiro emprego é, muitas vezes, adiada ou não acontece em determinadas áreas de estudos.Em janeiro deste ano, o CIPEE (Centro de Incentivo Profissional ao Estudante a Empresa) divulgou uma pesquisa, com base em informações do ano de 2007, que aponta aumento de 87% no número de vagas de estágio e de 15% nos casos de efetivação de estagiários em relação ao ano anterior.
Segundo o representante da entidade e especialista em gestão corporativa e recursos humanos, Werner Kulgelmeier, esse crescimento de oportunidades reflete amadurecimento do setor empresarial e dos estudantes, que passaram a valorizar mais o estágio como escola de formação profissional. “Esses dados mostram que tanto as empresas têm melhorado sua postura em relação a ‘escalar’ mão-de-obra inexperiente para seu time, como os estudantes estão mais conscientes da importância de ter um aprendizado prático antes de sua formação”, resume ele.
Na opinião do especialista, parte dessa mudança decorre de muitas companhias terem colhido bons frutos ao recrutar estagiários. “Isso serve como prova de que ao invés de simplesmente explorar mão-de-obra barata, vale a pena investir no estudante. Por outro lado, muitos estudantes observaram essa mudança no cenário corporativo e, mais motivados, passaram a se comportar melhor, mostrar maior interesse nessa vivência e deixar de encarar o estágio como extensão da faculdade”, diz Kulgelmeier.
Ainda que os dados das CIPEE revelem uma adequação do setor, outro levantamento, feito pela Abres (Associação Brasileira de Estágios) aponta a necessidade de número quatro vezes maior de vagas para dar conta da atual demanda de alunos. “Hoje, há em torno de quatro milhões de jovens no Ensino Superior e apenas 715 mil vagas de estágio em todo o país”, afirma Carlos Henrique Mencaci, presidente da Abres.
Mencaci defende que há potencial para que, com as empresas já instaladas no Brasil, seja possível dar conta da demanda de estudantes. Basta que o empresariado se mostre mais propenso a absorver estes jovens. E o problema está justamente em convencer as empresas. “Apesar de cada vez mais companhias abrirem as portas para tal mão-de-obra, há muita resistência em contratar estudantes”, lamenta ele.
A explicação para tanta resistência decorre tanto de experiências negativas anteriores, como do preconceito em relação à maturidade dos jovens. Segundo Mencaci, muitos empresários ainda desconfiam do grau de responsabilidade e compromisso dos estudantes. “Os erros mais comuns dos estagiários são a falta de seriedade, a vergonha de demonstrar que não sabem fazer determinadas tarefas, a repressão da curiosidade e a falta de interesse em aprender”, diz.
As empresas, por sua vez, também têm sua parcela de culpa nessa história. “Muitas erram ao manter programas de estágio que não oferecem nada mais de que trabalhos primitivos de escritório, oportunidades que frustram os estudantes e podem levá-los até ao abandono do estágio”, completa Mencaci.
Como melhorar o cenário?
Hoje, a Lei de Estágio garante flexibilidade para as empresas na contratação dos estudantes. Assim, as companhias que investem nessa idéia não são obrigadas a pagar 13º salário, férias, INSS, nem benefícios como vale-transporte ou vale-refeição para o estagiário. Tais medidas servem como estímulo para criação de vagas. No entanto, não são suficientes.
Uma das saídas sugeridas pelos especialistas para elevar o número de oportunidades no setor seria estimular a criação de vagas em pequenas e médias empresas. Hoje, as Micro e Pequenas Empresas estão fora deste quinhão. Segundo informações do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio Às Micro e Pequenas Empresas), as companhias de pequeno porte representam 99% do total das 5,5 milhões de empresas que existem no País e empregam um contingente de 26 milhões de trabalhadores, o que representa 56% da força de trabalho do Brasil.
Para aumentar o número de vagas nestas empresas, porém, seria necessário uma grande campanha. “Creio que seria possível estimular a contratação de universitários nas empresas pequenas e médias ao levar para elas o conhecimento dos casos de sucesso de grandes empresas que obtiveram ótimo desempenho com a inclusão dos estagiários”, aposta Kulgelmeier.
Mencaci, por sua vez, acredita que estas empresas só se sensibilizariam para a questão caso obtivessem algum tipo de orientação para a contratação e aproveitamento de estudantes em seus quadros de funcionários. “Quando falamos de empresas de tamanho reduzido, muitas vezes, não há nelas o setor de treinamento adequado para preparar e aproveitar o estagiário”, explica.
Na opinião do presidente do Nube (Núcleo Brasileiro de Estágios), Seme Arone Junior, além de ampliar o leque nas pequenas e médias empresas também é necessário conscientizar os gestores sobre o perfil de mão-de-obra que contratam. “Tem muito programa que dá errado porque o gestor contrata estudante e dá a ele atribuições de um profissional. É preciso orientar o gestor que o estagiário não tem experiência e que caberá à empresa investir no seu potencial”, afirma ele.
Kulgelmeier complementa que as empresas restringem as vagas por não gostarem do perfil dos estagiários, acreditam que eles não vão corresponder às suas expectativas. A expectativa em relação ao estagiário, no entanto, deve estar ligada ao compromisso e ao interesse do estudante em aprender e evoluir, não em executar uma tarefa digna de um profissional e, ainda, com excelência.
A coordenadora de relacionamentos de mercado do IEL (Instituto Euvaldo Lodi), Emmanuele Spaine, não acredita que as empresas tenham medo de contratar estagiários, mas concorda com os especialistas quando diz que muitas são resistentes em trabalhar com tal mão-de-obra. “Na verdade, há uma resistência por causa de comentários de outras empresas de que seu estagiário não fazia o serviço direito. Isso gera uma relutância em alguns empresários, mas não na maioria”, acredita ela.
Emmanuele acrescenta ainda que o Paraná, onde está localizado o IEL, promove ações voltadas para incentivar que as empresas invistam na contratação de estagiários a fim de mudar a mentalidade do empresariado. As ações estão atreladas à missão do IEL em promover a interação entre a indústria e a universidade, já que o órgão faz parte da CNI (Confederação Nacional da Indústria).
30% dos estagiários atuam fora da área
A falta de vagas e o receio das empresas em contratar estagiários fazem com que, muitas vezes, os estudantes busquem experiência profissional em oportunidades pouco ou nada relacionadas à sua área de estudos. Outra pesquisa realizada pelo CIPEE constatou que 30% dos estudantes que ocupam algumas das 715 mil vagas de estágio existentes no Brasil atuam fora de sua área.
É o caso do estudante de Administração com ênfase em Comércio Exterior, Gilson Getúlio da Silva, de 20 anos (na foto à esquerda). Ele foi contratado por uma grande empresa como estagiário para dar suporte ao usuário pela Internet. Cansado de procurar vagas sem sucesso e colecionar reprovações em dinâmicas de grupo, ele aceitou a oferta.
“Desde os primeiros semestres da faculdade, as vagas para meu curso exigiam fluência no inglês, algo que não tenho. Apesar do curso de Administração ser um dos que mais oferece vagas de estágio, acho que as empresas são muitos exigentes e o mercado muito concorrido”, diz. Segundo um levantamento da Abres, as áreas que mais oferecem vagas de estágio no Brasil são: Administração de Empresas (41,5%); Comunicação Social (14%); Informática (10,2%) e Engenharia (9%).
Hoje, Gilson nunca esteve tão longe e ao mesmo tempo tão perto de realizar seu sonho. Ele, que sempre quis trabalhar na Administração de uma empresa, vislumbra a oportunidade na companhia onde está hoje, embora faça parte do quadro de funcionários como efetivo na área de suporte, onde começou como estagiário.
Longe de sua formatura, porém, o estudante ainda sonha em conseguir uma colocação mais próxima a sua área de estudos. “Acredito que por estar dentro da empresa tenha mais facilidade em disputar uma vaga em minha área quando a oportunidade surgir.”
Via: Universia
Nestlé abre 15 vagas de estágio em São Paulo
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A bolsa auxílio é de R$ 975,00 para 30 horas e R$ 1.300,00 para 40 horas. Os candidatos devem estar cursando o penúltimo ano de 11 cursos.
A Nestlé está com inscrições abertas para 15 vagas de estágio. A bolsa auxílio é de R$ 975,00 para 30 horas e R$ 1.300,00 para 40 horas.
Os candidatos devem estar cursando o penúltimo ano dos seguintes cursos: administração de empresas, análise de sistemas, ciência da computação, engenharia (alimentos, da computação, de produção, elétrica, materiais e mecânica), processamento de dados e sistemas de informação. Além disso, devem ter inglês avançado, bons conhecimentos em Pacote Office, disponibilidade de 30 a 40 horas semanais para a realização do estágio.
O estágio é para as áreas de vendas, logística, tecnologia da informação, compras e produção em São Paulo.
Além da bolsa auxílio, a empresa oferece benefícios como 90% do curso de inglês ou espanhol, estacionamento local, seguro de vida, vale refeição de R$ 13,00/dia, férias remuneradas de 20 dias após 1 ano de estágio.
O processo de seleção inclui inscrição e teste online de inglês, análise qualitativa e quantitativa da ficha de inscrição, dinâmica de grupo, entrevista oral de inglês e
entrevista com gestor.
As inscrições devem ser feitas pelo site da Cia de Talentos. Em caso de dúvida, o candidato deve entrar em contato com a Cia de Talentos através do telefone: (11) 5112-3294 ou através do e-mail: talentos8@ciadetalentos.com.br.
Nestlé inscreve para estágio até dia 14 de março
Postado em: Prazos, Saiu na mídia, Vagas por Editor
Em busca de novos talentos para ocupar futuras posições na organização, a Nestlé abriu vagas para estágio. O Programa de Estágio tem como objetivo proporcionar ao estudante a vivência de situações reais do mundo corporativo e promover o intercâmbio de informações com as Instituições de Ensino, além de identificar, atrair e reter jovens para futuras posições na Companhia.
Os candidatos a estágio devem cursar Administração de Empresas, Biologia, Bioquímica, Ciências Atuarias, Ciências Biomédicas, Ciências da Computação, Ciências Contábeis, Comércio Exterior, Comunicação Social, Direito, Economia, Engenharias, Gastronomia, Hotelaria, Processamento de Dados, Propaganda e Marketing, Psicologia, Publicidade, Relações Internacionais, Sistema de Informações e Tecnologia de Informação, com previsão de formação entre julho de 2009 e julho de 2010. Os candidatos precisam também ter inglês, no mínimo intermediário, e disponibilidade para estagiar de 30 a 40 horas semanais.
A empresa oferece bolsa auxílio e benefícios como vale refeição, seguro de vida, desconto nos produtos Nestlé, 13º salário, férias remuneradas de 20 dias após um ano de estágio, academia local e estacionamento. O local de estágio será na sede da empresa em São Paulo, capital, e a duração do contrato é de um a dois anos.
Serviço:
Os interessados devem se inscrever no site da empresa (www.nestle.com.br) até o dia 14 de março. A previsão de início é em maio de 2008.
Estagiárias grávidas poderão interromper estágio, defende Expedito Júnior
Postado em: Estágio, Mercado, Saiu na mídia por Editor
A legislação que instituiu o estágio precisa de mudança. Essa é a sugestão do senador Expedito Júnior (PR/RO), que apresentou o Projeto de Lei nº 48/2008 para garantir a interrupção do estágio, por 120 dias, de estudantes grávidas. Atualmente, a estagiária que se afasta do estágio acaba perdendo a oportunidade, e não há lei que garanta seu retorno à atividade. No entanto, não haverá ônus para quem concedeu o estágio.
O senador não pretende estabelecer condições que igualem a estagiária a uma trabalhadora. As estagiárias são seguradas opcionais do regime de Seguridade Social e transferir, ao concedente da atividade, o ônus financeiro de pagamento de uma bolsa-maternidade poderia gerar efeitos indesejados.
Pelo projeto, a data de início da interrupção do estágio deve ser informada ao concedente do estágio e à instituição de ensino por atestado médico e deve ocorrer entre 28º dia anterior ao parto e a data prevista de sua ocorrência.
“Na maioria das vezes, a estagiária é ainda muito jovem e a gravidez, nesse momento em que se inicia uma vida profissional, pode ser indesejada ou representar-lhe uma grande dificuldade”, afirmou Expedito Júnior.
Via: http://www.oobservador.com/nova/ler.asp?cod=9523
Projeto de Lei reserva vagas para estágio aos portadores de deficiência
Postado em: Saiu na mídia por Editor
Portadores de deficiência poderão concorrer em igualdade às vagas de estágios oferecidas por órgãos públicos do Estado. A possibilidade está em um projeto de lei de autoria do deputado Walter Rabello (PP), que acredita estar contribuindo para aperfeiçoamento profissional dos deficientes na busca de contratação em setores do Governo.
O projeto tem características idênticas à de reservas de vagas para deficientes, após aprovação em concursos públicos. O deputado justifica a proposta sob alegação de que, nem sempre, as pessoas deficientes conseguem estagiar na profissão, o que dificulta a contratação efetiva. “As vagas reservadas aos portadores de deficiências nos concursos nem sempre são preenchidas, uma vez que essas pessoas nem sempre conseguem estagiar na profissão, o que dificulta a sua contratação efetiva”, disse o deputado.
Rabello afirmou que seu projeto tem a finalidade de corrigir distorções e injustiças às pessoas portadoras de deficiências. “É mais uma oportunidade de os deficientes concorrerem em igualdade com as pessoas consideradas normais fisicamente”, disse o parlamentar.
As reservas de vagas aos estágios do Governo devem ser de no mínimo 10% das vagas existentes para estudantes portadores de deficiência física ou mental.
Não havendo candidatos portadores de deficiência aptos para as funções nas vagas previstas na lei, o governo terá prazo de 30 dias contados da disponibilização, para destinar as vagas às pessoas não portadoras de deficiência.
Via: http://www.odocumento.com.br/noticia.php?id=253298
Faculdade assina acordo para evitar irregularidades com estagiários
Postado em: Na faculdade, Saiu na mídia, Vida de estagiário por Editor
Uma faculdade comprometeu-se, por meio da asssinatura de um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) junto ao Ministério Público do Trabalho, a não contratar estagiários irregularmente.
A Santa Clara Cursos e Treinamentos Ltda é acusada de manter quase duas dezenas de estagiários desempenhando atividades incompatíveis com os cursos nos quais estavam matriculados. O inadimplemento ao TAC ocasionará a aplicação de uma multa no valor de R$ 5.000.
De acordo com a fiscalização realizada pela Subdelegacia Regional do Trabalho, a instituição de ensino possui aproximadamente 80 empregados.
O TAC, firmado perante o procurador do Trabalho Evandro Paulo Brizzi, determinou que a faculdade registre os contratos e anote as carteiras de trabalho de todos os empregados que forem admitidos.
Além disso, a empresa deverá deixar de contratar adolescentes, na condição de estagiários, menores de 16 anos de idade, bem como deixar de contratar estagiário para suprir a necessidade de mão-de-obra, caracterizando contratação de empregado sem o devido registro. O trabalho de estudantes somente será permitido para o exercício de funções que correspondam às suas linhas de formação, proporcionando complementação do ensino e oferecendo experiência prática.
A instituição também assumiu o dever de abster-se de contratar estagiários em percentual excedente a 10% do total de empregados por estabelecimento. Da mesma forma, terá de observar a limitação da jornada diária do estágio, de quatro horas para ensino médio e de seis horas para nível superior e profissionalizante, e respeitar sua duração mínima, de um semestre, e máxima, de dois anos.
Segundo informações do MPT, a empresa comprometeu-se a não admitir estagiários para a realização de atividades em horário noturno e prorrogar suas jornadas.
Estágio no Inpa
Postado em: Estágio, Saiu na mídia, Vagas por Editor
O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) abriu inscrições para o estágio curricular do Programa Institucional de Estágio em Ciência e Tecnologia.
Para participar, o estudante deve estar matriculado em alguma das instituições de ensino que tenham convênio com o Inpa, cursando a partir do 2º período, para o nível superior, e a partir do 2º ano, para o nível médio.
Segundo o Inpa, os candidatos devem estar regularmente matriculados em uma escola ou universidade, apresentar excelente rendimento acadêmico, não ter mais que duas reprovações no mesmo período, nem reprovações em disciplinas afins com as atividades do projeto/plano de trabalho em que vai estar inserido e três reprovações ao longo do curso.
Além disso, não podem pertencer ao círculo familiar do orientador ou responsável, nem ter concluído outro curso de graduação. Também não podem ter vínculo empregatício ou qualquer outra modalidade de bolsa da instituição. É necessária a dedicação integral às atividades acadêmicas e administrativas, totalizando um período mínimo de dedicação ao projeto de 20 horas semanais.
O objetivo do programa do Inpa é qualificar os estudante nas técnicas e métodos gerenciais, estimular os gestores produtivos a orientar estudantes de graduação e de nível médio, iniciando-os na produção do conhecimento, além de aprimorar o processo de formação de profissionais para o setor produtivo.
Podem candidatar-se alunos dos cursos de administração, direito, biblioteconomia, contabilidade, comunicação social, computação e correlatos.
O prazo para a inscrição termina no dia 20 de fevereiro. Os interessados devem comparecer na sala da pós-graduação do instituto, levando ficha de inscrição e entrevista; CPF e RG; boletim, para os estudantes do ensino médio, e o último histórico, para os estudantes de graduação; comprovante de matrícula, duas fotos 3×4, currículo e comprovante de residência.
A avaliação da documentação é feita por um comitê assessor do órgão. O resultado da seleção será divulgado na segunda quinzena de março. A relação nominal será fixada na Divisão de Apoio à Capacitação e Intercâmbio e no site do instituto.
Mais informações: www.inpa.gov.br
Fonte: http://www.agencia.fapesp.br/boletim_dentro.php?id=8422
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