O novo estagiário da Clic Interativa !

Postado em: Candidatos, Final, Leandro Santos da Silva, Provas, Resultados por O Editor

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Pelo terceiro ano consecutivo a Clic Interativa encerra o processo seletivo mais inovador do mercado. O universitário Leandro Santos, da faculdade Anhanguera, foi o grande vencedor da etapa final e conquistou a vaga para ser o nosso próximo estagiário.

Parabéns a todos os candidatos que participaram do processo, lembrando que em 2010 estaremos de volta com a quarta edição do Estagiário. Acompanhem toda a trajetória de Leandro dentro da Clic Interativa acessando o blog do estagiário.

Leandro, a gente te espera na segunda-feira as 08h00 aqui na agência ;-)

Um grande abraço de toda a equipe Clic Interativa.

O ESTAGIÁRIO - FASE 4 (RESULTADO)

Postado em: 4º prova, Provas, Resultados, Tales Victor Calegari por O Editor

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Eliminado nesta fase:
Ivan Costa - ISCA Faculdades

Esta estapa foi avaliada por Mariele Parronchi, Assessora de imprensa da Clic Interativa e jornalista responsável pela Revista Vida Universitária.

Ponto de Vista

Postado em: 4º prova, Alice Monteiro, Provas, Resultados por O Editor

Por Alice Monteiro

dulce
Atualmente nos deparamos com um mundo cada vez mais agitado e competitivo, onde é preciso sempre correr, pensar e agir.
Trabalho, Faculdade, família, diversão são alguns itens destacados na vida Universitária, mas esta fase o “O Universitário” chega para mostrar um outro lado, um outro ponto de vista, onde a energia gasta para prender a atenção desse jovem que vai em busca do que quer é intensa, e merece uma grande porcentagem do mérito, por isso está em uma fase tão importante do concurso da Clic Interativa.

Dulce Adorno, como é conhecida na faculdade, além de outros atributos profissionais é Professora de Semiótica da PUC-Campinas e respondeu as minhas perguntas sobre formação universitária, mercado de trabalho, os jovens atuais e alguns outros assuntos, em um papo super descontraído com direito a risadas, brincadeiras e até uma foto fazendo uma sátira como se eu fosse a professora e ela a aluna.

Alice Monteiro – Dulce, como a Sra. começou no mercado de trabalho?
Dulce Adorno –
Pode me chamar de Você. (risos)
Sou de uma geração em que a Universidade já te dava acesso ao mercado. Comecei como professora no 2º Ano da Universidade.
Também trabalhei na Nestlé por Dois anos no secretariado da direção, mas voltei as salas de aula, porque é disso que eu gosto.

Alice – Como você enxerga o mercado de trabalho atual?
Dulce –
É competitivo sem sombra de dúvida, é acirrado. Os jovem de hoje tem que estar muito mais preparado do que antigamente para poder concorrer e conseguir o seu espaço.

Alice – Quais são as características indispensáveis pra se ter esse espaço no mercado?
Dulce –
Precisa ter Formação.
Não só uma formação profissional, universitária, o que hoje em dia é item de série. É necessário ter formação como cidadão, saber conviver com o outro.
Existe um Universo de conhecimento, línguas, culturas e é preciso pensar grande hoje em dia, se você vai em busca de todo esse conhecimento chega muito mais longe.
A formação universitária é indispensável, mas não única. O jovem precisa ter a cabeça aberta.

Alice – Professora, os alunos te dão o retorno esperado?
Dulce –
Não todos, mas eu acredito que um número significativo entre 60 e 70% me retribuem. Mas existem grupos menores e muito interessados que procuram, pesquisam, tiram dúvidas e vão atrás, o que para mim não tem preço. Quando os jovens resolvem participar eles me surpreendem, fazem perguntas brilhantes, que eu sinceramente muitas vezes nem espero. (risos)

Alice – Dulce, qual pergunta você faria a um aluno?
Dulce –
Você não acha importante conhecer o passado, mas observar a realidade atentamente? (Nós aprendemos muito com a realidade.)

Alice – E qual a resposta que você gostaria de receber?
Dulce –
Gostaria que ele associasse, falasse que vai analisar e estudar o passado, e que entendesse que ele tem que saber do passado, cultivar a sua cultura, mas tem que se adequar a realidade atual, para que assim possa ser o sujeito da história.

Alice – Pra finalizarmos, o que não pode faltar na cabeça de uma pessoa?
Dulce –
Inteligência, Pensamento

Alice – E no coração?
Dulce –
A visão do outro.

Conversei com Dulce Adélia Adorno Silva, uma Dra. Em Educação, Sociedade e Cultura, Mestre em Teoria da Literatura e Literatura Comparada, Graduada em Pedagogia e Letras.
Uma Professora fantástica, com rios de ensinamentos teóricos e uma pessoa maravilhosa com mares de experiências e histórias pra contar.

O mercado de trabalho e o atual universitário.

Postado em: 4º prova, Leandro Santos da Silva, Provas, Resultados por O Editor

Por Leandro Santos da Silva

adriana

Em entrevista cedida para o blog O estagiário a professora e coordenadora Adriana Pessatte, explica o comportamento do mercado de trabalho para o atual universitário.

Adriana Pessatte Azzolino é formada em publicidade e propaganda pela ESPM-SP,
Ciências políticas e sociais pela fundação escola social e política da cidade de São Paulo, mestre em educação pela UNICAMP e doutora em comunicação pela ECA-USP.
Atualmente coordena os cursos de publicidade e propaganda junto com o curso de tecnologia em marketing na faculdade anhanguera da cidade de Limeira e professora do departamento de educação da Unesp - Rio Claro.

O Estagiário - Adriana, hoje a formação universitária garante o emprego desejado?
Adriana -
Não com certeza, apenas um curso universitário não garante um emprego.
Ficar satisfeito com a opção profissional é tão incerto quanto o futuro. De qualquer maneira, não dá para pensar em não buscar algum tipo de formação.

O Estagiário – Sabemos que como a sociedade muda rapidamente, assim acontece com o mercado de trabalho, na sua opinião quais as perspectivas futuras do mercado de trabalho?
Adriana –
A velocidade das mudanças vem afetando todas as esferas da vida. São transformações profundas que afetam o individuo e suas relações com o outro e com sua comunidade. Sendo assim é de se esperar que novas exigências profissionais deverão surgir impactando sobretudo o mercado e as profissões.

O Estagiário – Em sua opinião, há falta de profissionais competentes?
Adriana –
Profissional tem bastante, o que falta é comprometimento, investimento de informação continuada por parte do profissional e ética nas relações de trabalho.

Estagiário – Sendo professora, como você vê a relação entre professor e aluno?
Adriana –
O professor de hoje deve considerar sua posição como sendo a de um mediador.
O volume de informação que afeta tanto o aluno como o professor altera profundamente a relação de ensino e aprendizagem, portanto, esta relação deve ser acima de tudo de colaborador dentro de um processo de responsabilidades compartilhadas.

O Estagiário – Considerando o atual mercado de trabalho e a crise financeira que passamos, o aluno deve temer sua posição futura?
Adriana –
O futuro profissional, ou seja, o aluno de hoje, não deve temer esta crise, desde que se destaque , mostrando todo o seu potencial e ganhando seu espaço, lutar e conquistar devem estar no sangue de cada universitário deste pais.
A crise existe isto não podemos negar, mas existe um modo de vencê-la com força de vontade e novas estratégias de mercado e isso com certeza o universitário brasileiro tem de sobra.

O Estagiário – Para finalizar, em sua opinião qual a importância de um concurso como O Estagiário para o universitário.
Adriana –
Um concurso como este é de extrema importância para a vida do universitário. O estágio é a porta para uma carreira sólida, além da experiência o aluno consegue se encontrar no mercado e a competição gerada pelo concurso faz com que o universitário se prepare totalmente para a selva de pedras, o mercado precisa de competidores com entusiasmo e vontade de vencer, a iniciativa da clic interativa ajuda muito para que isso aconteça.

Quero parabenizar os idealizadores deste concurso e agradeço pela entrevista.

Mercado de trabalho; formação universitária e relação entre professores e alunos.

Postado em: 4º prova, Provas, Resultados, Tales Victor Calegari por O Editor

Por Tales Victor Calegari

etulain

Nome: Carlos R. Etulain
Idade: 49 anos
Formação/ Universidade/ Ano: Graduação em Economia (Argentina, 1985)
Titulação: mestre em Economia (Unicamp/IE/1992) e dr. em Cs. Sociais (Unicamp/IFCH/2001)
Universidade na qual ministra aula: Unicamp/FCA
Cursos que assistem as aulas: Gestão de Empresas, Gestão de Comércio Internacional, Gestão de Agro-Negócio e Gestão de Políticas Públicas.

1.    Como funciona a relação professor/aluno dentro e fora da sala de aula?
A relação professor-aluno é um componente essencial do processo de ensino-aprendizagem, pois é a partir dela que se constrói o conhecimento. O professor traz a sua experiência pessoal e a sua carga intelectual que é estrategicamente organizada para desenvolver ao longo do período letivo, entretanto, estes conteúdos não são componente exclusivo da sala de aula.
Na prática do ensino acontecem vários eventos (aula dissertativa, debates, questões, problemas para resolver, exercícios, dentre outros aspectos principais), sendo que todos eles se produzem sobre a base da chamada relação professor-aluno. Por isso, em quanto são mobilizados estes eventos se oportunizam também comportamentos, gestos e ate conflitos que estão na base do ensino. Isto é, o professor ensina através dos gestos, das falas e das suas posições dando sinais de como são os profissionais que os alunos buscam ser.

2.    Acredita na relação entre professores e alunos como uma amizade linear, fora do contexto de aula?
A convivência entre professor e alunos no contexto do processo de ensino (dentro e fora da sala de aula) faz circular ações e pensamentos. É neste sentido que aluno e professor convivem, criando uma forma de existência em que se compartem as experiências e os problemas. Isto fica bem próximo do que conhecemos como “amizade”, sobretudo porque amizade indica o fato de compartir as formas de existência. Não como o gado que comparte a pasto sem sentimento de co-existência. Amizade é essa sensação de compartilhamento de falas, pensamentos e ações. Trata-se do registro da presença do “outro” como sujeito que permeia, com suas ações e pensamento, o pensamento e as ações dos demais. Amizade no plano do ensino se relaciona mais a uma dimensão política, pois implica na gestação social da identidade profissional que adquirirão os estudantes.

3.    Você percebe em seus alunos a devida maturidade em sala de aula?
A maturidade não é um fato dado, ela se desenvolve através do tempo mediante a convivência própria do contexto universitário. Por tanto, a maturidade dos alunos é uma conseqüência esperada do processo de ensino. É também um processo social no sentido de ser em boa medida provocada pelas interações dos alunos e pela vida acadêmica compartilhada.

4.    Qual a importância, nos dias atuais, que você dá a formação universitária?
A importância da formação universitária da perspectiva do professor representa o ponto de partida da consciência política. Neste sentido, o peso específico da universidade para a sociedade se situa muito alem do que o mercado requer, a formação universitária é, neste sentido, o resultado da participação em um espaço (a própria universidade) em que a sociedade pensa sobre si mesma.
Do ponto de vista do aluno, a busca da formação universitária representa a construção da sua identidade como pessoa e como profissional, o qual implica em incorporar conhecimentos que servem para o mundo do trabalho, mas também implica em incorporar valores e gestos que definem sua posição frente aos dilemas da sociedade atual.

5.    Na época em que era universitário, tal formação apresentava o mesmo valor perante a sociedade como nos tempos atuais?

Na media em que a universidade é produto de um movimento histórico da sociedade, certamente, em cada época as ações e níveis de consciência são diferentes. As experiências e os gestos nela produzidos são também diferentes. A universidade de hoje se debate com uma realidade específica. Vemos que os jovens que chegam ao ensino superior já receberam uma carga importante de traquejo com a tecnologia. Parece-me que os jovens de hoje são compelidos a sintetizar, a obviar leituras, a se concentrar apenas nos aspectos técnicos de toda profissão. A sociedade e a mídia criaram para os jovens de hoje a ilusão de que tudo é imediato, por tanto em nada se contribuiu com isto para defrontar problemas que são mais profundos. Porem  acredito que o processo de ensino pode defrontar esta realidade quebrando com suas reflexões esses preconceitos que reforçam o mundo imediatista do mercado.

6.    Você considera que seus alunos estão em vantagem para adentrar ao mercado de trabalho quando comparados com outros universitários? Por quê?
Em primeiro lugar, considero que no Brasil a situação da educação superior é extremamente restrita uma vez que são minoria os jovens que tem a oportunidade de cursar a universidade. Certamente, é na universidade aonde se aprende uma profissão moderna e por isso é evidente a exclusão social vinculada ao acesso ao ensino. Para quem tem a possibilidade de estudar um curso superior abre-se a possibilidade de formação científica e cultural e isto garante um futuro bem mais promissor se comparado com a situação daqueles que desde cedo são obrigados a trabalhar e excluídos do ensino.

7.    Como você avalia o mercado de trabalho atual?
É um mercado altamente competitivo. Cobra-se dos profissionais não apenas conhecimentos práticos, técnicos e o manejo dos artefatos tecnológicos. A demanda de profissionais hoje mostra interesse por uma formação mais abrangente e integral. Não basta saber utilizar instrumentos, é necessário adotar posturas que surgem da construção de uma identidade que envolve valores, atitudes, comportamentos, disposição para a ação. Isto é o que se faz na universidade.

8.    Qual sua opinião a respeito dos cursos tecnológicos de graduação em tempo reduzido (2 ou 3 anos), pode-se considerá-los iguais a uma formação universitária padrão?
Não são iguais, mas nem por isso são menos necessários. Cursos mais curtos tem finalidade diferente da formação tradicional da graduação. Entretanto, acontece que ainda não houve um esclarecimento sobre o papel do tecnólogo tanto dentro da universidade como no mundo das empresas, esta é uma limitação que deve ser enfrentada hoje e que provavelmente sofrerá alterações no futuro próximo.

9.    Qual o impacto, em sua opinião, da crise no mercado de trabalho?
Os períodos de crise são também períodos de transformação e por isso de renovação. Assustam porque criam incerteza. Isto é, aquela base de pensamento que estava implícita em todos nós e que nos fez, durante muito tempo, acreditar que a cada dia se daria continuidade a um mundo pautado pelas normas e hábitos do passado recente, se desintegrou. Temos que encontrar novas bases para definir nossas expectativas e nossa confiança nas instituições do mundo moderno. No que tange ao mercado de trabalho, a maioria das expectativas típicas do século XX se esvaeceram: segurança dos contratos, garantia de emprego, dentre os principais. Ao mesmo tempo vemos que grandes capitais, instalações modernas, equipamentos e recursos produtivos perderam valor com a rapidez em que se desdobrou a atual crise econômica. A tecnologia seguiu um itinerário de permanente exclusão do trabalhador. Paradoxalmente, o único valor que restou para as empresas, no meio dessa crise, é o componente humano. Por tanto, acredito ainda que é o trabalho humano que nos salvará da crise. O mercado, por seu lado, se apropria do discurso da crise para justificar os cortes de pessoal e de salário. Penso que o mercado é uma força cega e por isso brutal, mas que só encontrará saída quando a sociedade perceba a importância que há séculos tem o trabalho humano.

10.    Em sua opinião, qual a “profissão do futuro”? Aposta em alguma área específica? Por quê?
Muitas profissões tradicionais ainda serão profissões do futuro. Do lado disto, surgem novas áreas de atuação profissional. A ciência também cria novas interfases do conhecimento, o qual está na base da geração de novas profissões na universidade atual. Não aposto, mas tenho certeza que a incorporação de conhecimentos com base teórica sólida e com leituras densas são peça fundamental para que uma formação profissional seja bem sucedida. Por isso, insisto em que é estratégico para o ensino universitário desmistificar a idéia - falsa e moderna - que se instalou na cabeça dos jovens através da mídia e do mercado de buscar formas de conhecimento imediatistas e fragmentadas.

11.    O que diria a um pré universitário que apresenta dúvidas sobre estudar ou não na universidade onde ministra aula?
A dúvida importante não é a de estudar na universidade. A universidade  deveria ser um fato inevitável na vida dos jovens. A universidade junto com o ensino da ciência traz a convivência e o compartilhamento de experiências que constroem a identidade profissional. O que deve estar sujeito a dúvida e o saber que trazemos de fora, o que se deve ter é uma posição de sujeição à crítica, pois isto contribui com a aprendizagem e a formação, por tanto, ajuda a espantar a idéias concebidas banalmente pelo mundo do mercado.

12.    Você considera uma boa idéia, visto as condições de mercado atuais, um universitário se graduar em sua área seguindo sua formação?
Sim. Trabalho no ensino de economia para cursos de Gestão, de modo que considero que, nesta formação, há uma aliança entre o ensino de instrumentos necessários para tornar a gestão um ofício (uma prática), e o conhecimento científico que se alcança mediante leituras de densidade que causam considerável impacto no pensamento e na construção da identidade dos profissionais que formamos.

O ESTAGIÁRIO - FASE 3 (RESULTADO)

Postado em: 3º prova, Alice Monteiro, Provas, Resultados por O Editor

alice

Eliminada nesta fase:
Flavia Dariane Rodrigues Cirino - Faculdade Anhanguera de Limeira

Esta estapa foi avaliada por Victor Corte Real, Mídia e Diretor de Projetos da Clic Interativa.


A alegria de uma difícil vida.

Postado em: 3º prova, Leandro Santos da Silva, Provas, Resultados por O Editor

Pagar meia em eventos e receber o salário do estágio, ir para uma festa e estudar para a prova até de madrugada.
Quando se é um universitário isto acaba sendo parte de sua vida, deixar mãe e pai, não sair como antigamente, ter livros e pessoas com o mesmo conceito de estudo como amigos, esta pequena mudança faz parte de uma nova era da sua vida, onde através de uma solidão momentânea nos deparamos com uma evolução comportamental, estudos, novas idéias, um novo “eu” surge com traços do antigo, capaz de ganhar o mundo, dormir tarde, acordar cedo e acredite você pode, aceitar empregos que são capazes de te destruir só para poder ter um elemento chamado experiência.
Provas e trabalhos que te colocam em uma batalha onde não há volta, e uma esperança chamada futuro, quando pensa em desistir sempre á alguém que te consola, que te faz ser quem você pensava que não era capaz, um namoro na faculdade, uma pessoa que além de seus pais te apóia, se formar, simplesmente ser bom naquilo que faz constituir família e ter um herdeiro e quando ele entrar na faculdade você dará um único conselho, que com tanta experiência sua você foi capaz de entender, e dirá: Sem sofrimento não há sucesso.

Leandro Santos da Silva

Vida Universitária – Alegrias e Dificuldades

Postado em: 3º prova, Provas, Resultados, Tales Victor Calegari por O Editor

A vida universitária inicia-se em clima de festa com o simples direito de gritar: “sou universitário!”. Então começam as aulas; novos amigos vindos dos mais diversos lugares, novos professores, um novo ambiente, festas baratas em repúblicas, este é o “bem vindo à nova vida” que apresenta uma idéia na qual a alegria é facilmente notada entre os universitários.
As semanas se passam e começam as cobranças: trabalhos, seminários, livros, textos, resumos, exercícios, dificuldade em determinada matéria, provas e para piorar, a saudade e a ausência dos pais soma-se, com um peso muito maior, a todos esses pequenos problemas. Com isso a idéia que pregava a vida dos universitários como algo repleto de alegrias e sem dificuldades é facilmente desmascarada. Porém, o espírito jovem se mostra presente e todas as responsabilidades e saudades são intercaladas por encontros em bares ou repúblicas, noites regadas à cerveja ou apostilas, tornando a vida universitária um misto de alegrias e dificuldades.

Tales Victor Calegari

A Escolha do Sucesso

Postado em: 3º prova, Flavia Dariane Rodrigues Cirino, Provas, Resultados por O Editor

Muitos trabalhos, aprendizado, madrugadas a dentro estudando, estágio, correria, bagunça, festas, amigos, azaração e diversão nisto se resume a vida de um universitário.
Quando você esta fazendo o curso dos sonhos (como eu) o saber acaba sendo estimulante, cada dia que você aprende alguma coisa nova, mais você quer aprender. O grande problema é que isso não acontece só com o curso, é também com aquela agitação da faculdade, quanto mais você vai a festas mais você quer ir, e ai vai ficando cada vez mais difícil conciliar os dois. Os estudos se intensificam a cada dia e o mesmo acontece com as baladas.
Chega sexta à noite você tem que decidir, ir pro barzinho depois da aula ou ir pra casa terminar o projeto que já esta atrasado; no sábado, ir pra uma mega balada ou ficar em casa colocando o trabalho nas normas ABNT; no domingo, reunir os amigos e fazer um churrasco ou estudar pra prova, difícil não é, que nada não tem nem que quebrar a cabeça, com certeza responsabilidade em primeiro lugar. Esses muitos anos de ralação não podem ser em vão não é verdade, até porque antes de tudo, você entra na faculdade pra se formar, então a verdadeira felicidade do universitário é com certeza receber o seu diploma.
Durante a semana você acorda com aquela vontade e disposição (sarcasmo) vai trabalhar não para um minuto o dia todo, você sai do serviço na maior correria e vai pra faculdade tem prova, tem trabalho de todas as matérias e ainda conseguem te passar alguns extras, tem matéria pra estudar, livro pra ler, cansativo não é, mas apesar disso essa vida é muito prazerosa, muitas vezes você deixa de se divertir pra estudar mais chega no final do semestre você olha para as suas notas e vê o resultado do seu trabalho ou projeto e se orgulha de você mesmo. A maior alegria de um universitário é ser um universitário e a maior dificuldade é permanecer nesta vida tem muitas pedras no caminho, por isso todos os momentos até os mais chatos têm que ser aproveitados.
Infelizmente a vida acadêmica é uma fase e vai passar, sem dúvidas vamos sentir saudades até das provas e dos trabalhos mais difíceis, curtir com moderação, responsabilidade e ao mesmo tempo intensidade todas as alegrias e a dificuldades deve ser o lema de todo bom universitário, ai sim lá na frente quando você for aquele super profissional você vai olhar pra trás e ver que tudo aquilo valeu a pena.

Flavia Dariane Rodrigues Cirino

Oferta imperdível

Postado em: 3º prova, Ivan Costa, Provas, Resultados por O Editor

O universitário vive uma disputa pelo melhor preço. Tudo começa ao entrar na faculdade, a alegria por conquistar a vaga chega acompanhada pela dificuldade financeira para custear os estudos.
A vida acadêmica é uma verdadeira oferta de emoções. Para Ricardo Lopez, que cursa Administração em negócios internacionais na UNIMEP – Piracicaba, e faz intercâmbio na Argentina, sua maior alegria foi conseguir aprender mais sobre outra cultura, e o maior desafio é a saudade.
Viver intensamente pode tornar tudo mais fácil, mas pode deixar difícil. As famosas sextas-feiras iludem muitos “bixos”, gerou em torno desse dia o hábito de ser “feliz” fora das salas de aula.
A faculdade é uma fábrica de ofertas. Algumas levam ao sucesso, já outras levam os universitários para um caminho mais complicado, das dependências em matérias e álcool. Fazendo com que a maior dificuldade do estudante hoje seja diferenciar à hora do trabalho e a da diversão.

Ivan Costa