Você sabe o que é um Blog?

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Blog é uma ferramenta fácil de criar e atualizar que possui propriedades e atributos que se encaixam perfeitamente nas necessidades de qualquer negócio: a comunicação interna ou externa simples, descomplicada e altamente interativa e instantânea. Sua estrutura de fácil leitura e a abertura de espaço para envio de comentários sobre cada artigo ou texto criado no seu conteúdo, possibilita ganhos reais em tempo, sinergia entre equipes e otimização de processos operacionais de qualquer organização.

A Clic Interativa aposta nos blogs como uma forma de revolucionar a comunicação de seus clientes. Diante da quantidade de blogs que mantemos ativos, surgiu à necessidade de encontrarmos um estagiário que nos ajudasse a manter nossos blogs sempre atualizados.

Por isso, procuramos por jovens universitários – de todos os cursos – que gostem de escrever e tenham facilidade em usar a Internet no ambiente de trabalho.

Com isso, geramos a oportunidade dos jovens se dedicarem a conseguir o primeiro emprego e o que estamos colocando no centro do processo seletivo é a sua capacidade de escrever, sua capacidade de enfrentar a crítica e sua criatividade. Escrever é um trabalho de resistência perante a crítica, de saber construir a partir dela, e isto reflete no comportamento do profissional que faz do texto a sua ferramenta de trabalho.

Portanto se você acredita no poder da comunicação digital e quer uma chance de mostrar seu conteúdo, inscreva-se agora mesmo neste processo seletivo e mostre para nós do que você é capaz.

As inscrições começam dia 15/03/2009.

O processo seletivo, O Estagiário, está em sua terceira edição, Acompanhe nos posts abaixo como foi a edição anterior.

Boa sorte.
Equipe da Clic Interativa

Governo de SP oferece vagas para estagiário em todo o Estado

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Inscrições terminam no dia 7 e contemplam ensinos técnico e universitário

O governo do Estado vai disponibilizar, por meio de processo seletivo, 12.249 vagas para estagiários regularmente matriculados em cursos técnico de nível médio e universitário.

O prazo para inscrição termina no dia 7 de abril. As inscrições deverão ser feitas exclusivamente por meio eletrônico, no site da Fundap (Fundação do Desenvolvimento Administrativo). O endereço é o seguinte: www.fundap.sp.gov.br.

A taxa é de R$ 15 e quem fizer a inscrição poderá imprimir o boleto e pagar no banco. Para os aprovados o Estado vai oferecer bolsa mensal que varia entre R$ 300 e R$ 1 mil, dependendo da carga horária e do nível de escolaridade do candidato.

O estágio terá duração de um ano, em órgãos e entidades da administração pública estadual direta, indireta e fundacional.

As provas serão realizadas em todas as cidades-sedes do do Estado (inclusive Bauru) e em municípios nos quais houver maior demanda.

Os dias, locais e horários das provas serão divulgados previamente por meio do site da Fundap.

Vantagem
Os aprovados começarão a ser chamados em abril. Além do incentivo econômico ao aluno, o governador José Serra aponta outra vantagem. “A contratação valerá por um ano e, com isso, o estagiário poderá pôr em prática aquilo que aprende em sala de aula”, disse.

Via: http://www.bomdiabauru.com.br/index.asp?jbd=3&id=241&mat=122285

Contratados desde a faculdade - Emprego garantido antes da formatura

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Crescimento econômico amplia procura de mão-de-obra e garante emprego antes da formatura

MARCO PINTO/AG. ISTOÉ
TALENTOS Rafael Kirsten, do mercado financeiro, Débora Noronha, engenheira, e Yuri Clements, do agronegócio: emprego antes de ter o canudo na mão

Há uma revolução em curso no País: a mão-de-obra especializada, recém- formada e capacitada por uma universidade competente nunca foi tão requisitada pelo mercado de trabalho. Esse exemplo de movimentação histórica é perceptível no maior pólo formador de engenheiros, a Escola Politécnica (Poli) da Universidade de São Paulo (USP). Lá, o vice-diretor da instituição, José Roberto Cardoso, conta que quase a totalidade dos alunos que se formaram no ano passado tinha propostas de trabalho ou já estava empregada - e os poucos que ainda não estão no mercado levarão um ou dois meses para ingressar nele.

É um salto tremendo, uma vez que até três anos atrás esse número era de 70% (e a colocação do restante demorava seis meses). “Eu mal recebi o diploma e nem peguei o CREA (certificado de registro do engenheiro) e já fui contratado”, conta o engenheiro civil paulista Ruy de Sordi, graduado no ano passado em outro centro de excelência na formação de engenheiros, a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Como reflexo de uma economia que não pára de produzir bons resultados - como o crescimento acima da média histórica, a inflação controlada e reservas internacionais suficientes, pela primeira vez, para quitar a dívida externa -, alguns setores pegaram carona nesse eldorado de oportunidades e crescem a galope. Em algumas áreas, como engenharia civil, agronegócio, tecnologia da informação e mercado financeiro, não há gente capacitada para atender à demanda. Por isso, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 90 mil vagas formais não foram preenchidas no ano passado, apesar de nove milhões de brasileiros estarem em busca de emprego.

Outro estudo, patrocinado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e que ouviu 1.714 empresas em 22 Estados, apontou que mais da metade delas (cerca de 53%) tem problemas com a falta de mão-de-obra qualificada. “No primeiro trimestre de 2005, 7,9% das empresas disseram que a falta de trabalhador preparado era um dos principais problemas enfrentados por elas. No último trimestre do ano passado, 20% deram essa resposta”, afirma Renato da Fonseca, gerente-executivo da unidade de pesquisa, avaliação e desenvolvimento da CNI.

OBRA Ruy de Sordi: recém-formado com salário de R$ 3 mil

O caso da engenharia civil é emblemático. Desde 1980, quando o Banco Nacional da Habitação (BNH) estava a plena carga, a construção não atingia índices de crescimento tão fulgurantes como os atuais (estima-se em 10% o crescimento para este ano). Como conseqüência desse desempenho turbinado pela facilidade de crédito imobiliário, engenheiro civil é um profissional raro no mercado. O headhunter Luiz Werver, diretor-sócio da Ray & Berndtson, uma das cinco maiores empresas de consultoria e capital humano do mundo, conta que todo dia recebe pelo menos uma ligação de empresa procurando engenheiro civil.

“Como é difícil achar engenheiro de 30 e poucos anos, experiente, para colocar no mercado, as empresas estão se reinventando. Elas contratam gente nova, talentosa e treina”, diz ele. A CNI avaliou essa movimentação em sua pesquisa: 84% das empresas industriais afirmaram investir em programas de capacitação. Com 22 anos, o engenheiro Ruy de Sordy, que trabalha na construção de pistas de provas e pavimentos especiais, frisa: “Engenheiro civil encontra oportunidade na área que quiser e em qualquer lugar do Brasil.”

Sordy tinha duas propostas de trabalho antes de se formar. Recusou, inclusive, um convite para um processo seletivo da gigante Odebrecht, para seguir na Construtora Estrutural, onde fez estágio por três meses no final do ano passado, e hoje, efetivado, tem salário de R$ 3 mil - três vezes maior do que na época do estágio. “Não conheço nenhum amigo que queira trabalhar e não esteja trabalhando”, diz Sordy.

Engenheiro de produto júnior da GM, Rafael Camin, 24 anos, confirma o cenário cada vez mais visível no País: diploma é sinônimo de proposta de emprego. “Das 25 pessoas que se formaram comigo, todas foram parar no mercado assim que concluíram a faculdade”, conta ele, que terminou o curso em 2006 e, somente no último ano da faculdade, recebeu 15 convites para participar de processos seletivos e cinco propostas efetivas de trabalho. Camin, hoje, faz pós-graduação em mecatrônica na Poli - recebe R$ 400 da GM para fazer esta especialização - e vive tranqüilo com um salário de R$ 3 mil. “A demanda fez o salário médio do engenheiro saltar de R$ 1,2 mil, dois anos atrás, para os atuais R$ 4,5 mil”, reforça Cardoso, o vice-diretor da Poli.

RH Andrea, da Plascar: 58 estagiários

Diferentemente da engenharia civil, que nos anos 80 e 90 viveu sua “fase perdida”, com engenheiros desempregados, o setor de tecnologia da informação (TI) emprega toda a mão-deobra recém-formada há 20 anos. Enquanto o engenheiro civil daquela época emendava um curso atrás do outro após a graduação, já que não encontrava emprego, ou, em atitude extrema, não concluía a faculdade propositalmente para continuar no mercado como estagiário (o único cargo pr disponível no setor), os profissionais da computação já nadavam de braçada na bonança da profissão.

Tanto que, para tentar atender o mercado, que hoje cresce aproximadamente 15% ao ano, o número de cursos de computação passou de 300 em 1996 para 1,5 mil, no ano passado. “O curso de tecnologia da informação é pouco sexy, passa a imagem de ser um negócio de nerd. Mas está perdendo oportunidade quem não opta por ele. Não existe desemprego no nosso setor. É cursar a faculdade e sair para trabalhar”, diz Benjamin Quadros, presidente da BRQ, empresa campeã do ranking de Tecnologia-Software e Serviços de As Melhores da Dinheiro.

Hoje, um milhão de pessoas estão empregadas em TI no Brasil. A relação candidato por vaga no setor é de um para um, de acordo com Mário Fagundes, coordenador de pesquisas do grupo Catho, o maior portal de recursos humanos da América Latina. “Até 2010, haverá a necessidade de 100 mil novos profissionais para dar conta do setor”, diz Fagundes. Ele completa o quadro: “Com a falta de capital humano, a alternativa das empresas é baixar a qualificação.”

Jovens talentos recém-graduados em uma faculdade renomada de TI são disputados e conseguem emprego até mesmo em grandes pólos da profissão, como o Vale do Silício, na Califórnia (EUA), ou a China, que patrocina feiras ao redor do mundo para atrair profissionais. O paulista Samuel Goto, 25 anos, formou-se em engenharia da computação na Unicamp, em 2006. Naquele ano, ganhou US$ 5 mil em um concurso de projetos de software livre na multinacional Google. Com a premiação, conseguiu um estágio de três meses nos Estados Unidos e, ao final, recebeu uma proposta, no início do ano passado, de efetivação na matriz da Google, em Mountainville.

Goto optou por retornar ao Brasil para casar e fazer mestrado na Unicamp - que ainda cursa. Negociou, porém, sua contratação para o início deste ano. A Google topou e hoje o paulista é engenheiro de software do Orkut, site de relacionamento mundialmente famoso. É ele o autor de inúmeras inovações no site, como, por exemplo, a possibilidade de responder ao scrap na própria página de recados. “Profissionalmente, não tem lugar melhor para eu trabalhar, já que o desafio é grande. Eu trabalho com tecnologia de ponta, ao lado de pessoas que escreveram livros excepcionais que eu lia na faculdade”, comemora Goto, que, por contrato, não pode revelar o salário.

Diferentemente do cenário atual, o País, durante décadas, teve um ritmo de desenvolvimento lento e os governantes subestimaram a necessidade de investimento na formação especializada. Hoje, atrair cada vez mais gente para aprender e adquirir competência e certificação em tecnologia, a começar pelo incentivo no ensino médio, é o horizonte que se desenha ante essa carência de mão-de-obra qualificada. É a forma de, no futuro, aumentar a chance de o País exportar mais tecnologia e menos gente de tecnologia.

ENGENHARIA CIVIL
É uma das áreas mais promissoras do momento. Na turma que concluiu o curso no ano passado na Unicamp, por exemplo, 90% dos recém-formados estão no mercado de trabalho. E este número tende a crescer. Segundo cálculo do vice-diretor da Poli (USP), José Roberto Cardoso, cada US$ 1 milhão investido pelo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) implica a criação de uma vaga de engenheiro. Se o governo federal repassar os R$ 500 bilhões (cerca de US$ 294 bilhões) por meio do programa até 2010 como foi prometido, em quatro anos serão necessários mais 294 mil novos profissionais. O Brasil forma, hoje, 26 mil engenheiros por ano. Aproximadamente 30% são civis. É pouco se pensarmos que a Coréia do Sul e o Japão formam 80 mil cada um e a Índia, 150 mil todo ano. “Precisávamos formar pelo menos três vezes mais” diz Cardoso. A jovem engenheira civil Débora Noronha, formada na Unicamp, começou como estagiária na Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL) antes de se formar. Hoje, trabalha na Átria Engenharia, que constrói prédios comerciais e obras residenciais, com salário de R$ 1,5 mil. Segundo Cardoso, da Poli, o crescimento da construção civil no País deve muito a países asiáticos, como a China, que se tornaram fortes importadores de ferro, cimento e vergalhão. No mercado interno, o professor e coordenador do curso de engenharia civil da USP, Mario Senatore, aposta nas grandes obras do PAC. Para tanto, porém, é preciso de mais mão-de-obra capacitada. O Brasil tem 2,48 engenheiros por mil habitantes, número muito inferior ao dos países desenvolvidos.

MERCADO FINANCEIRO
A estabilidade da economia n ão restringiu o mercado de trabalho do setor financeiro. Pelo contrário. Hoje, há uma forte demanda por profissionais nas áreas de banco de investimentos, corretoras de capitais, seguradoras e previdência privada. “O mercado está crescendo de uma forma que não se via há anos”, diz Ricardo José de Almeida, professor de finanças da Faculdade de Economia e Administração (FEA), da USP. “Na sala de aula vejo todo mundo com estágio e já nas melhores empresas.” Com este céu de brigadeiro, no ano passado, o jovem economista Rafael Passos Kirsten se deu ao luxo de preterir quatro processos de seleção em empresas como Santander e Unibanco pelo estágio que fazia na Victoire, uma empresa de administração de recursos de terceiros. Na época, aluno do curso de economia com foco em mercado financeiro do Ibmec São Paulo, o paulista de 22 anos recebia R$ 600 mensais. Agora, já formado, foi efetivado com um salário de R$ 3 mil. Centro de referência nas áreas de negócios e economia, o Ibmec São Paulo registrou, no ano passado, um aumento de 60% no número de empresas do setor financeiro que tentam garimpar na instituição um jovem talento. Pesquisa do Ibmec verificou que 83% dos formandos em 2006 declararam não ter encontrado dificuldade para entrar no mercado de trabalho - um aumento de 21% em relação aos graduados em 2004. Esse mesmo levantamento revelou que, em 62% dos casos, os ex-alunos que estão empregados recebem em média um salário entre R$ 2 mil e R$ 4 mil.

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
Desemprego é uma palavra que não existe na área de tecnologia da informação. A relação candidato por vaga no País é de um para um, ou seja, emprego garantido. A agressividade das empresas de TI é tanta na hora de buscar um jovem talento que, desde o ano passado, a gigante IBM firma parcerias com escolas do ensino médio para incluir em seus currículos disciplinas que cubram as necessidades de mão-de-obra especializada. A IBM ajuda a treinar os alunos de Estados como Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, e dá a eles oportunidade de contratação. É uma das saídas para reverter um quadro crítico: um déficit de 17 mil profissionais nessa área no Brasil - em 2010, esse número deverá chegar aos 100 mil -, segundo um levantamento da consultoria IDC (International Data Corporation). “O Brasil terá déficit de mão-de-obra durante os próximos dez, 15 anos”, prevê Deli Matsuo, diretor de recursos humanos da Google para a América Latina. A paulista Júlia Martins Perdigueiro, 24 anos, pesquisou as oportunidades do mercado antes de optar pelo curso de engenharia da computação na Unicamp. Formada no ano passado, ela trabalha como engenheira de softwares júnior do Instituto de Pesquisas Eldorado, referência em soluções tecnológicas inovadoras na área de TI. Júlia começou como estagiária no quarto ano da faculdade recebendo R$ 400. Em pouco mais de um ano, passou a ganhar R$ 3 mil por mês. “Não me vejo desempregada nos próximos anos. O mercado está bom, com muita oferta de emprego”, diz Júlia.

AGRONEGÓCIO
O campo de expansão no setor de agronegócio é enorme. Há 90 milhões de hectares de terras no País que podem ser utilizados para a produção agrícola - hoje, 220 milhões já são explorados. “Não tem país no mundo que se compare ao Brasil em agronegócio e possibilidade de expansão”, diz o coordenador do curso de gestão do agronegócio da Universidade Federal de Viçosa, Aziz Galvão da Silva Jr. O caminho do sucesso não é apenas produzir cada vez mais. Saber comprar e vender é fundamental e aí entra o profissional de agronegócio para fazer a diferença nessa cadeia. Na área de hortifrutigranjeiros, por exemplo, especialistas estimam que 30% do que se produz se perde entre a produção e o supermercado. É aí que entra o trabalho de planejamento logístico de profissionais como Yuri Clements, funcionário da PricewaterhouseCoopers, a maior empresa de consultoria de agronegócio do mundo. Ex-aluno da Universidade de Viçosa, Clements tinha sete propostas de trabalho antes de se formar. Aos 23 anos, hoje ele ocupa o cargo de consultor assistente de agribusiness da Price - e já recusou quatro outras possibilidades de emprego. Por um salário de R$ 1,4 mil, uma de suas funções é garimpar oportunidades de projetos no setor de carne, cana-de-açúcar e soja. Hoje, existem aproximadamente 100 cursos de gestor de agronegócio no País. Mesmo assim, há uma demanda grande de profissionais por conta do etanol e biodiesel. “Necessita-se de gente capacitada para coordenar a cadeia: quem vai fornecer o produto, fazer os contratos de compra e venda, cuidar dos preços”, explica Aziz Galvão.

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Via: Isto é


Shell e Tigre abrem inscrições para estagiários e trainee

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Duas empresas de grande porte abriram, esta semana, a temporada de recrutamento de novos talentos. A Tigre e a Shell estão contratando estagiários e trainee com bolsas-auxílio e salários que variam de R$ 800,00 a R$ 3.000,00.Para ingressar no programa de estágios da Shell, o interessado deve ter previsão de conclusão do curso entre dezembro de 2009 e julho de 2010. A inscrição é feita pelo site da empresa (www.shell.com.br/rh), onde será realizada a triagem de currículos. Depois do processo inicial de seleção, os candidatos passarão por outras etapas, entre elas: provas de conhecimentos gerais, raciocínio lógico e inglês; dinâmica de grupo e entrevistas individuais com o supervisor da vaga e o setor de recursos humanos.

Para 2008, a Shell oferece vagas aos alunos dos cursos de Administração, Ciências Contábeis, Economia, Comunicação, Direito, Informática e Engenharia (Civil, Elétrica, Eletrônica, Mecânica, Química, Petróleo e Produção). O aprovado na seleção receberá uma bolsa-auxílio no valor de R$ 800,00 e trabalhará a carga horária de 4 horas por dia.

Para se candidatar a trainee da Tigre é preciso que os interessados tenham concluído o curso de graduação entre dezembro de 2005 e dezembro de 2007. Para alguns cargos são exigidos cursos de pós-graduação, inglês ou espanhol avançado, ou disponibilidade para viagens e mudança de Estado. Também podem concorrer a vagas recém-formados nos cursos de Administração de Empresas, Ciências Contábeis, Comércio Exterior, Direito, Economia, Engenharia (Materiais, Química, Civil e Mecânica), Tecnologia da Informação e Marketing. Os aprovados irão atuar nas áreas de engenharia, pesquisa e desenvolvimento, comercial, manufatura, logística, finanças, recursos humanos, marketing, tecnologia informação e controladoria. O programa tem duração de 18 meses e as inscrições devem ser feitas pelo site de recrutamento ( www.grupofoco.com.br ) até o dia 31 de março.

Via: o globo online

Ainda faltam estágios no Brasil

Postado em: Estágio, Mercado, Saiu na mídia por Editor

Crescem vagas e efetivações, mas é grande o déficit de oportunidades

 
  Se por um lado o mercado está saturado, também há áreas em que ele está altamente favorável. É o caso da Engenharia. Segundo o diretor do Departamento de Recolocação Profissional do Sintracon-SP (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil de São Paulo), Antonio de Souza Ramalho Junior, a área está carente de profissionais formados, o que reflete diretamente no setor de estágios.

“É necessário um engenheiro formado para passar a experiência para o estagiário. Com a falta de profissionais formados as empresas também não conseguem empregar estudantes”, diz. Isso resulta num número razoável de vagas não preenchidas.

Reflexo desta tendência de mercado foi sentido pela Unisanta (Universidade Santa Cecília), em São Paulo. De acordo com informações da Central de Estágios da instituição, até o final de novembro passado, o número de solicitações de empresas da Capital, Região do ABCD e Baixada Santista a procura de recém-formados e alunos dos últimos anos das diversas áreas de Engenharia (civil, elétrica, eletrônica, de computação, mecânica e química) aumentou em 40% em relação ao ano de 2006.

Esse “apagão” de engenheiros, na opinião do diretor do Sintracon-SP, resulta da pouca quantidade de estudantes que termina o curso, por não agüentar o longo tempo de duração (cinco anos) e a pesada jornada de estudos. “Um estudante de engenharia precisa de mais anos para se formar, o que pode gerar um maior índice de desistência. Além disso, nos primeiros anos do curso, os estudantes de engenharia passam praticamente o dia todo na sala de aula”, afirma Ramalho Junior.

Para ele, o ideal seria que os estudantes, além de assistirem às aulas, mantivessem contato com sindicatos de engenheiros para que eles pudessem ter a vivência do dia-a-dia da profissão e dos problemas legais que podem enfrentar.

Entretanto, a grade curricular do curso de Engenharia não permite que os alunos tenham essa vivência prática da profissão. “Defendo uma mudança na carga horária do curso, mesclando atividades teóricas e práticas. A parte prática, porém, não deveria se restringir aos laboratórios, como é o que acontece nas universidades. Os alunos devem chegar ao canteiro de obras”, declara Ramalho Junior.

 
 

Pesquisas realizadas por entidades brasileiras ligadas à inserção do estudante no mercado de trabalho revelam que apesar do crescimento no número de vagas de estágio e das efetivações de estudantes, ainda faltam oportunidades para acolher os jovens aptos a trabalhar no Brasil. Com isso, a experiência do primeiro emprego é, muitas vezes, adiada ou não acontece em determinadas áreas de estudos.Em janeiro deste ano, o CIPEE (Centro de Incentivo Profissional ao Estudante a Empresa) divulgou uma pesquisa, com base em informações do ano de 2007, que aponta aumento de 87% no número de vagas de estágio e de 15% nos casos de efetivação de estagiários em relação ao ano anterior.

Segundo o representante da entidade e especialista em gestão corporativa e recursos humanos, Werner Kulgelmeier, esse crescimento de oportunidades reflete amadurecimento do setor empresarial e dos estudantes, que passaram a valorizar mais o estágio como escola de formação profissional. “Esses dados mostram que tanto as empresas têm melhorado sua postura em relação a ‘escalar’ mão-de-obra inexperiente para seu time, como os estudantes estão mais conscientes da importância de ter um aprendizado prático antes de sua formação”, resume ele.

Na opinião do especialista, parte dessa mudança decorre de muitas companhias terem colhido bons frutos ao recrutar estagiários. “Isso serve como prova de que ao invés de simplesmente explorar mão-de-obra barata, vale a pena investir no estudante. Por outro lado, muitos estudantes observaram essa mudança no cenário corporativo e, mais motivados, passaram a se comportar melhor, mostrar maior interesse nessa vivência e deixar de encarar o estágio como extensão da faculdade”, diz Kulgelmeier.

Ainda que os dados das CIPEE revelem uma adequação do setor, outro levantamento, feito pela Abres (Associação Brasileira de Estágios) aponta a necessidade de número quatro vezes maior de vagas para dar conta da atual demanda de alunos. “Hoje, há em torno de quatro milhões de jovens no Ensino Superior e apenas 715 mil vagas de estágio em todo o país”, afirma Carlos Henrique Mencaci, presidente da Abres.

Mencaci defende que há potencial para que, com as empresas já instaladas no Brasil, seja possível dar conta da demanda de estudantes. Basta que o empresariado se mostre mais propenso a absorver estes jovens. E o problema está justamente em convencer as empresas. “Apesar de cada vez mais companhias abrirem as portas para tal mão-de-obra, há muita resistência em contratar estudantes”, lamenta ele.

A explicação para tanta resistência decorre tanto de experiências negativas anteriores, como do preconceito em relação à maturidade dos jovens. Segundo Mencaci, muitos empresários ainda desconfiam do grau de responsabilidade e compromisso dos estudantes. “Os erros mais comuns dos estagiários são a falta de seriedade, a vergonha de demonstrar que não sabem fazer determinadas tarefas, a repressão da curiosidade e a falta de interesse em aprender”, diz.

As empresas, por sua vez, também têm sua parcela de culpa nessa história. “Muitas erram ao manter programas de estágio que não oferecem nada mais de que trabalhos primitivos de escritório, oportunidades que frustram os estudantes e podem levá-los até ao abandono do estágio”, completa Mencaci.

Como melhorar o cenário?

Hoje, a Lei de Estágio garante flexibilidade para as empresas na contratação dos estudantes. Assim, as companhias que investem nessa idéia não são obrigadas a pagar 13º salário, férias, INSS, nem benefícios como vale-transporte ou vale-refeição para o estagiário. Tais medidas servem como estímulo para criação de vagas. No entanto, não são suficientes.

Uma das saídas sugeridas pelos especialistas para elevar o número de oportunidades no setor seria estimular a criação de vagas em pequenas e médias empresas. Hoje, as Micro e Pequenas Empresas estão fora deste quinhão. Segundo informações do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio Às Micro e Pequenas Empresas), as companhias de pequeno porte representam 99% do total das 5,5 milhões de empresas que existem no País e empregam um contingente de 26 milhões de trabalhadores, o que representa 56% da força de trabalho do Brasil.

Para aumentar o número de vagas nestas empresas, porém, seria necessário uma grande campanha. “Creio que seria possível estimular a contratação de universitários nas empresas pequenas e médias ao levar para elas o conhecimento dos casos de sucesso de grandes empresas que obtiveram ótimo desempenho com a inclusão dos estagiários”, aposta Kulgelmeier.

Mencaci, por sua vez, acredita que estas empresas só se sensibilizariam para a questão caso obtivessem algum tipo de orientação para a contratação e aproveitamento de estudantes em seus quadros de funcionários. “Quando falamos de empresas de tamanho reduzido, muitas vezes, não há nelas o setor de treinamento adequado para preparar e aproveitar o estagiário”, explica.

Na opinião do presidente do Nube (Núcleo Brasileiro de Estágios), Seme Arone Junior, além de ampliar o leque nas pequenas e médias empresas também é necessário conscientizar os gestores sobre o perfil de mão-de-obra que contratam. “Tem muito programa que dá errado porque o gestor contrata estudante e dá a ele atribuições de um profissional. É preciso orientar o gestor que o estagiário não tem experiência e que caberá à empresa investir no seu potencial”, afirma ele.

Kulgelmeier complementa que as empresas restringem as vagas por não gostarem do perfil dos estagiários, acreditam que eles não vão corresponder às suas expectativas. A expectativa em relação ao estagiário, no entanto, deve estar ligada ao compromisso e ao interesse do estudante em aprender e evoluir, não em executar uma tarefa digna de um profissional e, ainda, com excelência.

A coordenadora de relacionamentos de mercado do IEL (Instituto Euvaldo Lodi), Emmanuele Spaine, não acredita que as empresas tenham medo de contratar estagiários, mas concorda com os especialistas quando diz que muitas são resistentes em trabalhar com tal mão-de-obra. “Na verdade, há uma resistência por causa de comentários de outras empresas de que seu estagiário não fazia o serviço direito. Isso gera uma relutância em alguns empresários, mas não na maioria”, acredita ela.

Emmanuele acrescenta ainda que o Paraná, onde está localizado o IEL, promove ações voltadas para incentivar que as empresas invistam na contratação de estagiários a fim de mudar a mentalidade do empresariado. As ações estão atreladas à missão do IEL em promover a interação entre a indústria e a universidade, já que o órgão faz parte da CNI (Confederação Nacional da Indústria).

30% dos estagiários atuam fora da área

A falta de vagas e o receio das empresas em contratar estagiários fazem com que, muitas vezes, os estudantes busquem experiência profissional em oportunidades pouco ou nada relacionadas à sua área de estudos. Outra pesquisa realizada pelo CIPEE constatou que 30% dos estudantes que ocupam algumas das 715 mil vagas de estágio existentes no Brasil atuam fora de sua área.

É o caso do estudante de Administração com ênfase em Comércio Exterior, Gilson Getúlio da Silva, de 20 anos (na foto à esquerda). Ele foi contratado por uma grande empresa como estagiário para dar suporte ao usuário pela Internet. Cansado de procurar vagas sem sucesso e colecionar reprovações em dinâmicas de grupo, ele aceitou a oferta.

“Desde os primeiros semestres da faculdade, as vagas para meu curso exigiam fluência no inglês, algo que não tenho. Apesar do curso de Administração ser um dos que mais oferece vagas de estágio, acho que as empresas são muitos exigentes e o mercado muito concorrido”, diz. Segundo um levantamento da Abres, as áreas que mais oferecem vagas de estágio no Brasil são: Administração de Empresas (41,5%); Comunicação Social (14%); Informática (10,2%) e Engenharia (9%).

Hoje, Gilson nunca esteve tão longe e ao mesmo tempo tão perto de realizar seu sonho. Ele, que sempre quis trabalhar na Administração de uma empresa, vislumbra a oportunidade na companhia onde está hoje, embora faça parte do quadro de funcionários como efetivo na área de suporte, onde começou como estagiário.

Longe de sua formatura, porém, o estudante ainda sonha em conseguir uma colocação mais próxima a sua área de estudos. “Acredito que por estar dentro da empresa tenha mais facilidade em disputar uma vaga em minha área quando a oportunidade surgir.”

Via: Universia

Nestlé abre 15 vagas de estágio em São Paulo

Postado em: Estágio, Mercado, Saiu na mídia, Vagas por Editor

A bolsa auxílio é de R$ 975,00 para 30 horas e R$ 1.300,00 para 40 horas. Os candidatos devem estar cursando o penúltimo ano de 11 cursos.
A Nestlé está com inscrições abertas para 15 vagas de estágio. A bolsa auxílio é de R$ 975,00 para 30 horas e R$ 1.300,00 para 40 horas.
Os candidatos devem estar cursando o penúltimo ano dos seguintes cursos: administração de empresas, análise de sistemas, ciência da computação, engenharia (alimentos, da computação, de produção, elétrica, materiais e mecânica), processamento de dados e sistemas de informação. Além disso, devem ter inglês avançado, bons conhecimentos em Pacote Office, disponibilidade de 30 a 40 horas semanais para a realização do estágio.

O estágio é para as áreas de vendas, logística, tecnologia da informação, compras e produção em São Paulo.

Além da bolsa auxílio, a empresa oferece benefícios como 90% do curso de inglês ou espanhol, estacionamento local, seguro de vida, vale refeição de R$ 13,00/dia, férias remuneradas de 20 dias após 1 ano de estágio.

O processo de seleção inclui inscrição e teste online de inglês, análise qualitativa e quantitativa da ficha de inscrição, dinâmica de grupo, entrevista oral de inglês e
entrevista com gestor.

As inscrições devem ser feitas pelo site da Cia de Talentos. Em caso de dúvida, o candidato deve entrar em contato com a Cia de Talentos através do telefone: (11) 5112-3294 ou através do e-mail: talentos8@ciadetalentos.com.br.

Estagiárias grávidas poderão interromper estágio, defende Expedito Júnior

Postado em: Estágio, Mercado, Saiu na mídia por Editor

A legislação que instituiu o estágio precisa de mudança. Essa é a sugestão do senador Expedito Júnior (PR/RO), que apresentou o Projeto de Lei nº 48/2008 para garantir a interrupção do estágio, por 120 dias, de estudantes grávidas. Atualmente, a estagiária que se afasta do estágio acaba perdendo a oportunidade, e não há lei que garanta seu retorno à atividade. No entanto, não haverá ônus para quem concedeu o estágio.

O senador não pretende estabelecer condições que igualem a estagiária a uma trabalhadora. As estagiárias são seguradas opcionais do regime de Seguridade Social e transferir, ao concedente da atividade, o ônus financeiro de pagamento de uma bolsa-maternidade poderia gerar efeitos indesejados.

Pelo projeto, a data de início da interrupção do estágio deve ser informada ao concedente do estágio e à instituição de ensino por atestado médico e deve ocorrer entre 28º dia anterior ao parto e a data prevista de sua ocorrência.

“Na maioria das vezes, a estagiária é ainda muito jovem e a gravidez, nesse momento em que se inicia uma vida profissional, pode ser indesejada ou representar-lhe uma grande dificuldade”, afirmou Expedito Júnior.

Via: http://www.oobservador.com/nova/ler.asp?cod=9523

Experiência prática na faculdade ajuda na hora de estagiar

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Se o desafio para entrar na faculdade é grande, sair dela com emprego garantido também é uma questão que aflige a maioria dos universitários. A solução, ou ao menos parte dela, está em começar a atuar na área durante o curso de graduação.

Aproveite o início de ano para se informar sobre o caminho das pedras e fazer um planejamento de como colocar em prática o conteúdo que vai aprender em sala de aula.

Uma possibilidade é saber usufruir dos recursos disponíveis na faculdade, como escritórios-modelo, agência de publicidade e empresa juniores, além de jornais-laboratório e monitorias, para colocar em prática o conteúdo aprendido e também conhecer de perto outras funções, que ajudarão a definir as suas áreas de interesse.

Em geral, há uma seleção para os programas, que ficam sob a coordenação de professores.

Na ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing), em São Paulo, por exemplo, a cada semestre é feito um processo para escolher os estudantes de comunicação social para a Agência ESPM, onde os estudantes passam pelos departamentos de uma agência de publicidade, como mídia, criação, atendimento ou planejamento. Já passaram 1.200 estudantes.

“É uma oportunidade de montar uma pasta com trabalhos elaborados para clientes externos ou só como treino para depois ir atrás de emprego”, afirma Heraldo Bighetti, diretor da Agência ESPM.

Na FGV-SP, a Empresa Júnior é uma associação formada por alunos de graduação que presta consultoria e realiza projetos a preços acessíveis.

“Embora não seja remunerada, está sendo uma ótima experiência para me desenvolver profissionalmente e passar por todas as áreas. Funciona como uma ponte entre a teoria e a prática”, afirma Letícia Hoshino, 23, aluna do segundo ano de administração de empresas na FGV, que ocupa o cargo de diretora de recursos humanos da Empresa Júnior.

Para quem quer se aperfeiçoar desde a faculdade, a iniciação científica pode ser o caminho. A partir do segundo semestre na FEI (Fundação Educacional Inaciana), o aluno interessado desenvolve pesquisas e recebe em troca uma bolsa de estudos. “É não só uma porta para a carreira acadêmica mas também o aluno aprimora a sua capacidade de desenvolver argumentos e preparar relatórios científicos”, explica a coordenadora Rosângela Gin.

Fonte: Folha de SP

Estágio no Inpa

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O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) abriu inscrições para o estágio curricular do Programa Institucional de Estágio em Ciência e Tecnologia.

Para participar, o estudante deve estar matriculado em alguma das instituições de ensino que tenham convênio com o Inpa, cursando a partir do 2º período, para o nível superior, e a partir do 2º ano, para o nível médio.

Segundo o Inpa, os candidatos devem estar regularmente matriculados em uma escola ou universidade, apresentar excelente rendimento acadêmico, não ter mais que duas reprovações no mesmo período, nem reprovações em disciplinas afins com as atividades do projeto/plano de trabalho em que vai estar inserido e três reprovações ao longo do curso.

Além disso, não podem pertencer ao círculo familiar do orientador ou responsável, nem ter concluído outro curso de graduação. Também não podem ter vínculo empregatício ou qualquer outra modalidade de bolsa da instituição. É necessária a dedicação integral às atividades acadêmicas e administrativas, totalizando um período mínimo de dedicação ao projeto de 20 horas semanais.

O objetivo do programa do Inpa é qualificar os estudante nas técnicas e métodos gerenciais, estimular os gestores produtivos a orientar estudantes de graduação e de nível médio, iniciando-os na produção do conhecimento, além de aprimorar o processo de formação de profissionais para o setor produtivo.

Podem candidatar-se alunos dos cursos de administração, direito, biblioteconomia, contabilidade, comunicação social, computação e correlatos.

O prazo para a inscrição termina no dia 20 de fevereiro. Os interessados devem comparecer na sala da pós-graduação do instituto, levando ficha de inscrição e entrevista; CPF e RG; boletim, para os estudantes do ensino médio, e o último histórico, para os estudantes de graduação; comprovante de matrícula, duas fotos 3×4, currículo e comprovante de residência.

A avaliação da documentação é feita por um comitê assessor do órgão. O resultado da seleção será divulgado na segunda quinzena de março. A relação nominal será fixada na Divisão de Apoio à Capacitação e Intercâmbio e no site do instituto.

Mais informações: www.inpa.gov.br

Fonte: http://www.agencia.fapesp.br/boletim_dentro.php?id=8422

Faltam oportunidades de estágio

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Pesquisa da Associação Brasileira de Estágios revela déficit de vagasUm levantamento feito pela Abres (Associação Brasileira de Estágios) revela que a oferta de vagas de estágio, hoje, no Brasil, deveria ser quatro vezes maior para atender a demanda de estudantes.

Só no Estado de São Paulo existem quatro milhões de jovens entre 16 e 24 anos. Aproximadamente 750 mil deles poderiam ingressar no mercado de trabalho fazendo estágio, mas a oferta de vagas é de apenas 201 mil postos por ano. “Muitas empresas não se sentem à vontade para buscar o jovem e treiná-lo. Precisaríamos ter pelo menos umas quatro ou cinco vezes mais vagas de estágio para atender toda a demanda”, afirma Carlos Henrique Mencaci, diretor da Abres.

Os cursos que mais oferecem estágios são: Administração de empresas, Comunicação Social, Engenharia e Ciência da Computação. No entanto, a falta de estágios afetam todas as áreas do conhecimento. Vale lembrar que, como estímulo, as empresas que contratam estagiários não pagam encargos trabalhistas como INSS e FGTS.

Fonte: Universia