Uma multidão de jovens, um encontro de gerações e de inconfundíveis traços. Hoje encontramos uma geração que é considerada por psicólogos e outros profissionais a tal da geração Y, jovens muito informatizados, bombardeados de informação e pouco pacientes. São jovens entre vinte e trinta anos, que se misturam com uma geração ainda mais atual, seus irmãos mais novos ou até com seus precoces filhos.
Os atuais adolescentes são migrantes do mundo real para o virtual, cada vez mais dominantes das tecnologias sofrem uma queda enorme da participação social física e constroem imensas redes de amigos que não conhecem e que de próximos só têm alguns gostos por coisas até certo ponto questionáveis, como comunidades, por exemplo.
A mudança de hábitos e costumes entre gerações é cada vez mais evidente, com inserções destes meios tecnológicos e jogos virtuais, as brincadeiras de rua foram substituídas aos poucos pela segunda, terceira e quarta vida virtual, os livros foram substituídos pelas pesquisas na web e os resumos pelas teclas de atalho CTRL+C e CTRL+V.
As tendências atuais são cada vez mais voltadas ao espectro da internet e isto não é de todo ruim, porém forma uma linha de jovens com poucas experiências reais. As novas gerações estão cada vez mais “antenadas” a tudo o que o ocorre, que de fato é muito rápido e os registros são passageiros. Porém essas facilidades virtuais propiciam aos jovens formas de interligarem o mundo e interagirem com diversas pessoas em um único bate-papo, quase como um intercambio cultural através de uma cam.
Opiniões de curiosos e profissionais críticos se mesclam no meio virtual, com o advento dos blogs e das novas formas de opinar, criam a liberdade da não identificação e dá nova forma de expressão, criando um certo egocentrismo nas pessoas que formulam suas páginas querendo aparecer, em contra mão de tudo isso cria uma possibilidade incrível de termos diferentes opiniões públicas.
O jovem atual lê pouco, mas interage muito, e é de extrema contradição entre aspectos positivos e negativos em sua formação como cidadão, a forma de trocar experiências está “virtualizada” e não se aplica só a redes sociais como também a trabalhos e estudos, tudo via internet.
Fábio Gianfratti Lorena da Rocha


1 Comentário
Cristiano Persona
O conteúdo do texto é legal e daria “pano pra manga” para uma tese, mas a forma como foi escrito não tem a cara de um estudante. Está muito amarrado com termos e conceitos pré-fabricados. Em comparação aos demais deve ser eliminado.
mai 18th, 2009
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