O que você vai ser quando crescer?
Quantas vezes já não fizemos e ouvimos essa pergunta? E a resposta parece tão fácil que sempre a possuímos na ponta da língua: Médico, professor, advogado. Entretanto sabemos que não basta apenas escolher uma profissão para que comecemos a exercê-la. A nossa vida passa por diversas fases.
Do mesmo modo em que uma lagarta deve permanecer em um casulo, aonde se transformará e sairá como uma borboleta, em nossas vidas passamos pela fase universitária, aonde aprendemos, nos transformamos e saímos grandes profissionais.
A vida de um universitário é uma fase de vitórias, é o período em que ele vence um dos maiores fantasmas de sua vida, o vestibular. É a fase em que confiamos mais em nós mesmo e sabemos que podemos alcançar tudo o que desejarmos.
É como quando vamos ao supermercado e recebemos uma amostra grátis de um produto, nessa fase, recebemos uma pequena amostra de como será nossa vida fora de casa.
É o período em que a cada minuto desejamos mais coisas, adquirimos novos sonhos, é quando sabemos que somos jovens e possuímos toda nossa vida pela frente para fazer o que desejar. Dentro ou fora da faculdade, é aonde descobrimos novas amizades, algumas das quais durarão por toda nossa vida, é quando encontraremos novos amores, descobriremos novas sensações, dúvidas e frustrações. Aprendemos a enfrentar medos, bater de frente com os problemas, é aonde podemos errar e nos aproveitarmos de nossos erros para sabermos o que fazer lá na frente.
A vida de um universitário é uma fase de provações, descobertas e realizações, em que cada momento deve ser aproveitado e cada experiência vivida com o máximo de intensidade, pois quando o casulo se abrir, devemos estar preparados e seguros para abrir nossas asas e voar.
Francisco Miron


2 Comentários
Rodrigo Piscitelli
O texto é muito bem escrito.
O que me chamou a atenção é que o autor faz umas comparações que, inicialmente, soaram como tolas (como com a borboleta e a amostra grátis do supermercado), mas com o desenrolar do texto até que fizeram sentido. Não foram as melhores comparações, mas no contexto cumpriram seu papel.
Também merecem destaque algumas observações que, inicialmente, pareciam sonhadoras demais (como dizer que “sabemos que podemos alcançar tudo o que desejamos”; ora, isto é característica de um universitário?). Ainda assim, o Francisco conseguiu contornar isso com outras observações mais maduras.
Foi um texto que fez pensar - e isto é importante!
mar 24th, 2008
Francisco Miron
Bom, o texto foi escrito levando em conta que o publico alvo seriam jovens, universitarios ou próximos a entrar na carreira universitária.
O que eu pretendi com comparações que inicialmente foram consideradas tolas, como a da amostra grátis do supermercado, foi criar um texto de facil linguagem, descontraído e que o público pudesse se identificar. Um texto que não parecesse chato e nem muito formal.
Como pode se perceber no final, as comparações têm seu sentido definido com a conclusão do texto.
Só quis deixar esse comentário para esclarescer o meu ponto de vista como autor, visando o leitor. Afinal, que universitário não é sonhador?
mar 24th, 2008
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